Venda de veículos no Japão deve cair ao pior nível em 32 anos, prevê associação
da Associated Press
A Jama (Associação de Fabricantes de Automóveis do Japão, na sigla em inglês) informou nesta terça-feira que as vendas de veículos no país devem cair 8% no ano fiscal de 2009 --que começa em abril deste ano e termina em março de 2010-- na comparação com o período fiscal anterior (que termina no próximo dia 31). O mercado automobilístico japonês deve, assim, atingir o pior nível em 32 anos.
O total de vendas no próximo ano fiscal deve atingir a marca de 4,297 milhões de unidades --pior nível desde o ano fiscal de 1977, quando foram vendidas 4,23 milhões de unidades.
Hoje também as principais montadoras japonesas divulgaram seus dados sobre produção em fevereiro, que apontam a queda para cerca de metade dos níveis vistos um ano antes.
A Toyota Motor informou que sua produção em fevereiro deste ano caiu 49,6% na comparação com o mesmo mês de 2008, chegando a 434.179 unidades --os dados incluem a produção da Daihatsu Motor, que fabrica carros pequenos, e da fabricante de caminhões Hino Motors.
A produção na empresa no Japão, por sua vez, caiu 56,4% em fevereiro, na mesma comparação, para 207.743 unidades.
A Honda Motor, por sua vez, informou que sua produção global em fevereiro caiu 42,7% antes fevereiro de 2008, para 190.680 unidades. No Japão, a queda foi de 48,4%, para 54.748 unidades.
A Nissan Motor registrou em fevereiro uma queda de 51,3% em sua produção, em relação ao verificado um ano antes, para 156.864 veículos. No japão, a queda foi de 68,8%, na mesma comparação.
A produção global da Mazda Motor teve queda de 54,6%, para 57.642 unidades em fevereiro, em relação ao mesmo mês do ano passado, enquanto a da Mitsubishi Motors caiu 65%, para 45.048 unidades, na mesma comparação.
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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