Déficit em conta corrente da zona do euro cresce em janeiro
da France Presse, em Frankfurt
da Folha Online
O déficit em conta corrente da zona euro aumentou em janeiro, a 12,7 bilhões de euros (US$ 17,1 bilhões), contra um déficit de 7,6 bilhões de euros (US$ 10,3 bilhões), segundo dados preliminares divulgados nesta terça-feira pelo BCE (Banco Central Europeu).
O balanço em conta corrente é uma medida mais ampla que a balança comercial de um país, porque abrange não apenas o comércio de bens e serviços, mas também transferências unilaterais --que incluem recursos destinados a ajuda internacional.
Em janeiro fecharam no vermelho o intercâmbio de bens, transferências e depósitos; somente o intercâmbio de serviços registrou superávit.
Nas contas acumuladas dos últimos 12 meses, o déficit em conta corrente da zona do euro chega a 73,9 bilhões de euros (US$ 100,1 bilhões), o que corresponde a 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto) da região.
A saída líquida de capitais --investimentos estrangeiros diretos e em carteira-- na zona do euro em janeiro ficou em 22,8 bilhões de euros (US$ 30,9 bilhões). Em dezembro, a saída líquida de capitais foi de 4,8 bilhões de euros (US$ 6,5 bilhões). Os dados de dezembro são revisados.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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