Publicidade

Dinheiro
24/03/2009 - 15h15

Organização Internacional do Trabalho defende pacto mundial pelo emprego

Publicidade

da France Presse, em Genebra

A OIT (Organização Internacional do Trabalho) fez nesta terça-feira um apelo à criação de um pacto mundial pelo emprego, que converta a questão em prioridade entre as medidas de reativação da economia mundial.

"Precisamos implementar o mais cedo possível uma estratégia de recuperação coerente, coordenada, e que esteja orientada para o emprego", disse o diretor-geral da OIT, Juan Somavia.

"Se as medidas de estímulo atrasarem, a crise do emprego se tornará prolongada e severa, e sua recuperação só começaria a partir de 2011", advertiu Somavia.

Ele destacou que o mundo precisará criar 90 milhões de novos postos de trabalho nos próximos dois anos se quiser evitar um aumento do desemprego, que atingiu mais de 200 milhões de pessoas em 2008.

Em suas previsões anuais publicadas em janeiro, a OIT estimou que a crise poderá fazer aumentar em 51 milhões o número de desempregados entre 2008 e 2009.

A organização advertiu que essas cifras, baseadas numa previsão de crescimento mundial de 0,5%, serão revistas para menos, tendo em conta que o FMI prevê, agora, uma queda no PIB (Produto Interno Bruto) mundial de 0,5% a 1%.

Segundo uma análise da OIT, as medidas sociais representam, em média, apenas 9,2% dos gastos previstos nos planos de reativação colocados em prática em 40 Estados membros da Organização.

"Só a metade dos países analisados anunciaram iniciativas dirigidas ao mercado de trabalho, e os recursos que essas nações destinam a essas medidas são relativamente limitados", disse Raymond Torres, diretor do Instituto Internacional de Estudos Trabalhistas da OIT.

O instituto publicou sua análise nesta terça-feira voltado para as discussões sobre o emprego que possam advir da reunião do G20 (grupo que reúne representantes de países ricos e dos principais emergentes) em Londres, no dia 2 de abril.

Comentários dos leitores
Cassio XF (33) 01/12/2009 19h54
Cassio XF (33) 01/12/2009 19h54
Nao eh o Ouro que que estah aumentando, sao as moedas que estao se desvalorizando. O ouro sempre tem valor estavel se comparado aos outros comodities. Por exemplo, a mesma quantidade de ouro compra o mesmo volume de petrole hoje e ou ha 30 anos atras.
Ele tem que ser usado de base para medir o poder de compra e quanto os governos estao inflacionando o mercado imprimindo dinheiro como querem.
O deficit publico mundial eh vergonhoso. Se imprime dinheiro para paga-lo e quem acaba pagando mesmo a conta eh o trabalhador via inflacao, ou desvalorizacao de seu dinheiro, principlamente no Brasil onde se ha somente uma moeda - pura ditadura economica.
sem opinião
avalie fechar
joão nascimento (232) 01/12/2009 18h21
joão nascimento (232) 01/12/2009 18h21
epero que o dem puna o seu governador e não varra a sujeira para baixo do tapete como pt
SO O FATO DA OPSIÇÃO PUNIR O GOVERNADOR SO AI VAI GANHAR VOTOS E MUITTOS VOTOS POIS O BRASILEIRO EM SUA MAIORIA E HONESTO SE REALMENTE O DEDO DURO DO DURVAL TENHA RAZÃO E SO DAQUI DOIS MESES PEDIR O SIGILO BANCARIO DELE E DA FAMILIA VAI TER UM DEDINHO CORTADO NESTA SUJEIRA E SO ESPARAR PARA VER
sem opinião
avalie fechar
celso assis (76) 01/12/2009 12h32
celso assis (76) 01/12/2009 12h32
Seria talvez interessante saber não só a porecntagem em relação ao PIB, mas tambem qual a porcentagem em relação PIB dos empréstimos que foi para o consumo e qual a que foi para a produção (excuindo-se aqui dados do BNDES).
A renda per capita da população seria importante no estudo da dívida?
sem opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (4386)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca