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Dinheiro
25/03/2009 - 16h25

FMI mantém previsão de recuperação da economia no 1º semestre de 2010

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da Efe, em Paris

O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, manteve nesta quarta-feira que a recuperação econômica mundial pode se concretizar no primeiro semestre de 2010.

"Continuamos achando que a recuperação deve acontecer no primeiro semestre de 2010", se forem iniciadas "todas as boas políticas" em matéria de "apoio orçamentário", disse, após participar de uma audiência a portas fechadas na Comissão de Finanças da Assembleia Nacional francesa.

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Isso só deve ocorre, no entanto, se "todas as boas políticas" forem iniciadas, afirmou. O que foi feito até agora para combater a crise, acrescentou, está em um bom caminho, mas é necessário sanear o setor financeiro e "esperar mais", porque a crise continua presente.

O diretor-gerente do FMI também se pronunciou sobre a ideia colocada pela China de substituir o dólar como divisa reserva por outra moeda, discussão que qualificou de "absolutamente legítima" e que, segundo ele, não é nova.

Antes de ir à Assembleia Nacional francesa, o diretor-gerente do FMI se reuniu com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um encontro no qual os dois falaram sobre a crise e as perspectivas econômicas para este ano e o próximo.

Sarkozy e Strauss-Kahn concordaram em que o restabelecimento do sistema financeiro deve ser prioritário, segundo um comunicado do governo francês, que afirmou que o presidente francês insistiu na "necessidade de uma regulamentação mais forte".

A questão sobre uma regulamentação mais estrita do sistema financeiro é uma das defesas da Europa diante da cúpula do G20 (grupo que reúne representantes de países ricos e dos principais emergentes) no próximo dia 2, em Londres (Reino Unido), enquanto os governos americano e britânico querem que os países da União Europeia aumentem o volume de seus planos contra a crise.

Comentários dos leitores
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... sem opinião
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Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Cássio,
A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
sem opinião
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