Dinheiro
26/03/2009 - 06h44

Bolsas da Ásia sobem com melhora de dados imobiliários dos EUA

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da Folha Online

As principais Bolsas da Ásia fecharam em alta nesta quinta-feira impulsionadas por sinais de melhora no mercado imobiliário americano. Os investidores consideram que uma alta na venda das casas nos EUA pode significar que a economia mundial começa a se recuperar. A alta do preço das ações das empresas exportadoras de eletrônicos japonesas também contribuiu.

O índice Nikkei, do Japão, subiu 1,85% e chegou aos 8.636 pontos, melhor nível desde 9 de janeiro. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em forte alta de 3,6%, alcançando os 14.109 pontos, maior fechamento em 11 semanas. Na Coreia do Sul, o índice Kospi teve alta de 1,2% e fechou em 1.243 pontos. Na China, o índice Shangai Composite ganhou 3,1%, atingindo 2.361 pontos.

O Departamento do Comércio americano informou que as vendas de casas novas nos Estados Unidos tiveram crescimento de 4,7% em fevereiro, na comparação com o mês anterior. Além disso, os pedidos de bens duráveis nos EUA cresceram 3,4% em fevereiro, primeiro desempenho positivo desde julho do ano passado.

A MBA (Associação de Bancos de Hipoteca, na sigla em inglês), por sua vez, informou que os pedidos de refinanciamentos de hipotecas nos EUA tiveram um aumento de 41,5% na semana passada, depois do anúncio do Fed (Federal Reserve, o BC americano) na semana passada, de destinar US$ 1,25 trilhão para socorrer o mercado imobiliário americano.

No Japão, os dados americanos impulsionaram a alta nas ações das empresas exportadoras --altamente dependentes de que os EUA consumam seus produtos eletrônicos-- como Sony e Elpida.

Em Hong Kong, que subiu 3,6%, a forte alta (14,8%) no preço das ações do banco chinês ICBC --depois que o Goldman Sachs anunciou que não venderá suas posições do banco na China até 2010-- também contribuiu.

Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,75% e chegou aos 5.386 pontos. Na Austrália, o S&P/ASX 200 ganhou 1% e fechou em 3.646 pontos.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1425) 25/11/2009 17h15
Luís da Velosa (1425) 25/11/2009 17h15
E depois da bonança, também pode vir a tempetade. O Natal pode parecer mais vibrante, luminoso, uma festa maravilhosa para o advento do nascimento do Menino Jesus. Mais tarde, de janeiro a novembro, muitos consumidores serão inumados por dívidas. sem opinião
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Marco Hundsdorfer (33) 25/11/2009 11h34
Marco Hundsdorfer (33) 25/11/2009 11h34
Cara Chris Maria.
Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
sem opinião
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Chris Maria (238) 25/11/2009 09h44
Chris Maria (238) 25/11/2009 09h44
Parte 1
Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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