GM recebe 7.500 propostas de saída voluntária de funcionários
da Folha Online
A montadora americana GM (General Motors) informou nesta quinta-feira que cerca de 7.500 funcionários (ou 12% dos empregados da empresa nos Estados Unidos) aceitaram deixar a empresa de forma voluntária, segundo comunicado.
Segundo uma fonte ouvida pela agência de notícias Associated Press, a maior parte dos que deixaram voluntariamente a GM aceitaram planos de aposentadoria antecipada; a mesma fonte disse que poucos aceitaram o pacote oferecido em um programa de demissão voluntária, anunciado no mês passado.
A direção da GM ofereceu US$ 20 mil de indenização e um bônus de US$ 25 mil para a compra de um novo veículo. A proposta foi apresentada a todos os 62.400 funcionários da empresa nos EUA, como parte do plano de redução de custos.
O prazo final para que os funcionários apresentassem a saída voluntária foi terça-feira (24). Os trabalhadores da GM ainda têm sete dias a partir da entrega dos papéis para mudar a decisão. Para os que decidiram deixar a empresa, a data para a saída é 1º de abril.
Em reportagem do mês passado, o diário americano "The Wall Street Journal" informou que a expectativa da direção da GM era de que pelo menos 11 mil funcionários filiados ao UAW (United Auto Workers, principal sindicato do setor) aceitassem o pacote.
A rival Chrysler, por sua vez, informou hoje que vai estender o prazo para que os funcionários da produção de veículos deixem voluntariamente a empresa. Os funcionários da montadora que aderirem ao plano de demissão voluntária receberão US$ 75 mil em dinheiro e um bônus de US$ 25 mil para comprar um carro. Os que decidirem sair por aposentadoria antecipada receberão US$ 50 mil e um bônus de US$ 25 mil para a compra de um carro.
A GM e a Chrysler têm até o dia 31 deste mês para obter assinaturas em acordos de concessões com credores e o UAW (United Auto Workers, principal sindicato do setor automobilístico americano), para mostrar ao governo que ambas têm condições de continuar funcionando.
A Chrysler e a GM já apresentaram seus planos de reestruturação ao Congresso, como contrapartida pela ajuda de US$ 17,4 bilhões oferecida a ambas em dezembro do ano passado. As duas empresas solicitaram uma quantia suplementar --US$ 5 bilhões para a Chrysler, que já obteve US$ 4 bilhões, e até US$ 16,6 bilhões para a GM, que já conseguiu US$ 13,4 bilhões.
Em 2008, a GM teve prejuízo de US$ 30,9 bilhões. A perda marca o segundo maior prejuízo anual da montadora de cem anos de existência, atrás apenas do prejuízo de US$ 38,7 bilhões registrado em 2007.
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Aqueles Jogos não conseguiram salvar a Grécia de uma provavel bancarrota que parece se avizinhar.
Mas aqui os Jogos foram e estão sendo considerados como uma panacéia para nosso desenvolvimento, sic.....
A Copa do Mundo de 2014 é outro fator, e que na Africa do Sul não levou este Pais ao pódio de desenvolvimento, mas aqui certamente o fará (sic).
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O tempo nos dirá! Eu acredito tanto quanto no Papai Noel!
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