Mulheres têm menos oportunidades de se tornar chefes, diz ONU
DIANA BRITO
Colaboração para a Folha Online, no Rio
O relatório bianual do Unifem (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher) divulgado na tarde desta segunda-feira na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) afirma que as mulheres têm menos oportunidades de se tornar chefes do que os homens. Segundo o levantamento, enquanto um em cada oito homens tem condições de chegar à posição de chefia, a média entre as mulheres é de uma em cada 40.
"Quando você tem um concurso público, homens e mulheres disputam igualmente até passar no concurso. O 'gargalo' começa na ascensão da carreira. Hoje, você vai no Judiciário e um percentual maior de mulheres é aprovado nos concursos para juiz, procurador e para o Ministério Público, então, você vai ver que não são as mulheres que estão na chefia, nem no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Precisamos examinar isso através de uma comissão", disse a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire.
Com o tema "O progresso das mulheres no mundo 2008/2009", o relatório avalia o avanço que as mulheres têm tido desde a Conferência Mundial da Mulher em Beijing, na China, em 1995. O levantamento faz um alerta para o descumprimento dos ODMs (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio), que tem como objetivo a igualdade entre homens e mulheres até 2015.
Apesar de avanços como o aumento de matrículas nos ensinos primário e secundário e combate ao HIV/AIDS, o relatório verifica atraso na maioria dos ODMs.
A redução das taxas de mortalidade materna é um dos ODMs mais difíceis de ser alcançado. Segundo o levantamento, mais de meio milhão de mulheres morrem todos os anos na gravidez ou em trabalho de parto e mais de 90% das mortes, na maioria das vezes que podem ser evitados, ocorrem em países em desenvolvimento.
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Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
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Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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