Setor privado dos EUA corta 742 mil empregos em março, diz pesquisa
da Folha Online
Atualizado às 11h27.
O setor privado da economia americana perdeu 742 mil empregos em março, segundo estimativa divulgada nesta quarta-feira pela consultoria de recursos humanos ADP Employer Services.
No setor de serviços, a previsão da ADP é de uma perda de 415 mil empregos. Na industria de produção de bens de consumo, a perda foi de 327 mil empregos --marcando o 27º mês consecutivo de contração no número de vagas. No setor manufatureiro, houve corte de 206 mil vagas, pelo 37º mês consecutivo.
No primeiro trimestre, segundo dados da ADP, foram eliminados 2,103 milhões de empregos no setor privado americano, o que representa 1,9% do total de pessoas empregadas no país até o fim do mês passado pela iniciativa privada, 110,735 milhões.
O primeiro trimestre de 2008 --quando os EUA já estavam em recessão, mas os piores efeitos ainda não haviam se manifestado-- havia chegado ao fim com a perda de apenas 199 mil empregos, o que representava apenas 0,17% dos 115.371 trabalhadores empregados no setor privado em março do ano passado.
Na sexta-feira (3) o Departamento do Trabalho vai divulgar os números oficiais do mercado de trabalho referentes a março. A expectativa é de que tenham sido perdidas 660 mil vagas, com uma taxa de desemprego em 8,5%.
Em fevereiro foram perdidos 651 mil empregos nos EUA, e a taxa de desemprego chegou a 8,1%, a maior desde dezembro de 1983. Nos quatro meses até fevereiro foram perdidos cerca de 2,6 milhões de empregos. Desde o início da recessão, em dezembro de 2007, cerca de 4,4 milhões de postos de trabalho foram fechados no país. O número de desempregados no país aumentou para 12,5 milhões em fevereiro.
As empresas grandes --definidas pela ADP como aquelas com 500 funcionários ou mais-- tiveram perda de 128 mil vagas, enquanto as empresas médias --que empregam entre 50 e 499 funcionários-- perderam 330 mil postos de trabalho.
Já entre as empresas pequenas --com menos de 50 funcionários-- perderam 284 mil postos de trabalho.
"O forte declínio do emprego entre empresas médias e pequenas indica que a recessão continua a se espalhar de modo agressivo, do setor manufatureiro e das atividades ligadas ao mercado imobiliário para todas as outras áreas da economia", diz a consultoria, em um comunicado.
Em março, o setor de construção perdeu 118 mil postos de trabalho, pelo 26º mês consecutivo.
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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