Gastos em construção nos EUA em fevereiro caem 0,9%
da Folha Online
Os gastos no setor de construção nos EUA em fevereiro tiveram uma queda de 0,9%, marcando o quinto mês consecutivo de redução, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Departamento do Comércio. A queda nos gastos no setor residencial ofuscou a ligeira alta no setor não residencial, segundo o departamento.
O resultado também foi menos negativo que o esperado pelos analistas, que previam uma queda de 1,5%. Os gastos totalizaram US$ 967,5 bilhões, o menor ritmo desde março de 2004.
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No segmento de construção residencial, os gastos tiveram uma queda de 4,3%, o que levou a atividade nesse setor ao menor patamar em 11 anos. Já no segmento não residencial, houve uma ligeira alta de 0,3%, após uma queda de 4,3% em janeiro.
Os gastos em construção por parte do setor público tiveram um aumento de 0,8% em fevereiro, após duas quedas consecutivas. O governo federal elevou os gastos em 0,8%, mesmo percentual de alta registrado em governos estaduais e locais.
O mercado imobiliário, no entanto, tem apresentado indicadores positivos recentemente. Hoje, a NAR (Associação Nacional dos Corretores de Imóveis, na sigla em inglês) informou que as vendas pendentes de imóveis residenciais nos Estados Unidos tiveram um crescimento de 2,1% em fevereiro, com o índice de atividade nesse segmento ficando em 82,1 pontos, depois do recorde de baixa visto em janeiro (80,4).
No último dia 23, a NAR informou que as vendas de casas usadas no país em fevereiro cresceram 5,1%; também na semana passada, o Departamento do Comércio informou que as vendas de casas novas tiveram crescimento de 4,7% em fevereiro, na comparação com o mês anterior.
Ontem, no entanto, foi divulgado o índice Standard & Poor's/Case-Shiller --um dos principais indicadores do mercado imobiliário americano--, que mostrou que os preços de imóveis residenciais nas 20 principais regiões metropolitanas dos EUA tiveram uma queda recorde de 19% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2008. Nas 10 principais regiões metropolitanas do país caiu 19,4%, também um recuo recorde.
Pacote
No último dia 18, o Fed (Federal Reserve, o BC americano) anunciou a elevação a US$ 1,250 trilhão nos recursos destinados para socorrer o mercado imobiliário nos Estados Unidos.
Em novembro do ano passado o BC dos EUA havia anunciado a compra de até US$ 500 bilhões em títulos lastreados em hipotecas que haviam sido garantidas pelas três gigantes hipotecárias.
Além disso, o governo também lançou, no início do mês passado, um programa de ajuda para que mutuários com problemas nos pagamentos de suas hipotecas consigam refinanciamento da dívida e evitem o despejo. O plano prevê um montante de US$ 75 bilhões para financiar entre 3 milhões e 4 milhões de "proprietários responsáveis" de modo a manterem seus imóveis.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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