Dinheiro
03/04/2009 - 10h07

Por eleições, Lula estuda isentar IPI a "conta-gotas" até dezembro

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da Folha Online

Para tentar obter um PIB (Produto Interno Bruto) positivo em 2009, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá prorrogar a isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a compra de veículos até o fim do ano.

O governo, porém, não admitirá publicamente essa possibilidade até tomar uma decisão e até o vencimento da atual prorrogação, no final de junho, informa Kennedy Alencar em reportagem publicada nesta sexta-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Em conversas reservadas, Lula tem dito que deseja um PIB positivo em 2009. Mira em 2% de crescimento em relação a 2008, mas sabe que será difícil. Auxiliares mais realistas falam em uma taxa entre 1 e 2 pontos se a economia brasileira surpreender positivamente a partir do segundo semestre.

Segundo a reportagem, Lula deseja ter discurso contra a oposição para chegar a 2010 com argumentos que lhe permitam defender o seu governo e a eventual candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência.

A Folha apurou que se cogitou o IPI reduzido por um período maior, mas a equipe econômica argumentou que a prorrogação do IPI tem de ser vendida com caráter de promoção temporária para surtir efeito.

O governo federal anunciou na segunda-feira a prorrogação do IPI reduzido para o setor automotivo por mais três meses --até junho--, mas com a contrapartida da manutenção dos empregos pelas montadoras, conforme antecipado pela Folha. Entre outras medidas, o governo também anunciou benefícios para motocicletas e materiais de construção e, como compensação, elevou a tributação sobre os cigarros.

Comentários dos leitores
celso assis (71) 28/11/2009 15h24
celso assis (71) 28/11/2009 15h24
PERGUNTAR NÃO OFENDE: O DUBAI É HOJE O QUE OS EUA FORAM ONTEM E O QUE O BRASIL SERÁ AMANHÃ?
É O QUE DA O CRESCIMENTO BASEADO EM FINANCIAMENTOS AO CONSUMO (AINDA PARA A PRODUÇÃO DÁ PARA ENTENDER)
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (63) 28/11/2009 15h16
Olmir Antonio de Oliveira (63) 28/11/2009 15h16
Boa iniciativa para ativar o comércio, pena que muitos itens de eletroeletrônicos e até outros bens duraveis, "automoveis, motos"possuem um custo alto para o consumidor brasileiro, que tem poder aquisitivo pequeno, por diversas razões, salários cheios de custos e encargos (cheio de vales, e o trabalhador cada vez mais dependentes deles.....), impostos de toda ordem e sorte, e quem nem sempre são bem aplicados no bem comum, muitos casos servindo de benefício e até "farra" de politicos, e indo até a má utilização e projetos não bem elaborados e ou de real útlidade. Os produtores também sofrem penalizações diversas, altas taxas juros, e ou pouco crédito, impostos em números de dezenas, burocracia, infraextrutura que precisa ser melhorada, estradas construidas com recursos de impostos e agora pedagiadas, não se vê unidades destas construidas especialmente para tal fim, como alternativa e não com fim unico. è de se considerar que ainda existem empresarios de boa fé e ou por oportunismo ainda penalizam o consumidor brasileiro, praticando preços vultosos. No atual cenário é muito valido que o frabricante sugira um preço final para o consumidor (exemplifico os sugeridos por determindos fabricantes de bebidas, águas e ou até de renomados fabricantes de eletrônicos), (a exemplo do revendedor de bebida, que posui margem que supera os valores de fabrico e lógistica....e só desprender de recursos após o repasse ao consumidor)........ sem opinião
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Henrique Silva (187) 28/11/2009 00h52
Henrique Silva (187) 28/11/2009 00h52
FHC: foi um diplomata pacífico, mas fazia viagens internacionais para fazer visitas oficiais sem aumento de laços econômicos nem melhorou a imagem do país
LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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