Governo dos EUA destinará mais US$ 5,5 bilhões para GM e Chrysler
da Folha Online
da Efe, em Washington
O governo dos Estados Unidos dará US$ 5 bilhões para a GM (General Motors) e outros US$ 500 milhões à Chrysler para que possam continuar operando durante as próximas semanas, segundo um relatório federal divulgado nesta terça-feira.
O documento, preparado pelo escritório do Inspetor Geral do Departamento do Tesouro americano, prevê que os recursos destinados à GM permitam que o fabricante continue funcionando até o dia 1º de junho, a data limite dada por Washington para que a empresa desenvolva um novo plano de reestruturação.
Já a Chrysler tem até o dia 1º de maio para fazê-lo, e os US$ 500 milhões de ajuda estatal permitirão que a companhia siga em funcionamento até lá.
Estes detalhes estão contidos no relatório sobre o programa de resgate financeiro de US$ 700 bilhões, denominado Programa de Socorro a Ativos Problemáticos (Tarp, em inglês), iniciado no final de 2008.
O jornal "The Detroit News" informou que o texto, de 250 páginas, também revela que o Departamento do Tesouro dos EUA gastou a quase totalidade dos US$ 25 bilhões destinados ao setor automotivo.
Segundo o relatório, dessa quantia, US$ 13,4 bilhões foram destinados à GM; US$ 4 bilhões, para a Chrysler; quase US$ 6 bilhões, à GMAC, o braço financeiro da GM; US$ 1,5 bilhão à Chrysler Financial, entidade financeira da Chrysler.
Além disso, o Departamento de Tesouro reservou US$ 1,25 bilhão para o programa implementado pela Administração do presidente americano, Barack Obama, para manter as garantias de produção de veículos caso GM ou Chrysler se declarem em moratória.
Demissões
A General Motors vai eliminar 1.600 postos administrativos nos próximos dias nos Estados Unidos, segundo um e-mail do presidente da empresa para a América do Norte, Troy Clarke, obtido ontem (20) pela agência de notícias AP (Associated Press).
Na sexta-feira (17), o executivo-chefe da GM (General Motors), Fritz Henderson, disse que a GM faria mais cortes em seu quadro de funcionários nas próximas semanas. A empresa já havia anunciado um corte de 3.400 funcionários de áreas administrativas nos EUA, a maioria até 1º de maio. Um porta-voz da GM disse, segundo o diário americano "The New York Times" ("NYT") que cerca de 250 funcionários foram demitidos em março e mais cortes ocorrerão neste mês.
Henderson disse ainda que é possível atender as exigências do governo até 1º de junho deste ano --prazo dado para que a apresentação de um novo plano de reestruturação--, mas reconheceu que os executivos da montadora se preparam para recorrer ao "Chapter 11", o capítulo da legislação dos EUA para falências e concordatas.
No mês passado, o governo americano rejeitou os planos de reestruturação tanto da GM como da rival Chrysler, ambas em situação crítica devido à crise na economia dos EUA.
Leia mais notícias sobre a indústria automotiva
- Schwarzenegger pede mais ajuda ao setor automobilístico dos EUA
- GM vai eliminar 1.600 empregos administrativos nos EUA
- Presidente da General Motors nega que manterá só duas marcas
Outras notícias sobre economia em Dinheiro
- Sistema financeiro global perderá US$ 4,1 tri com crise, prevê FMI
- EUA ainda dispõem de US$ 134,6 bi para ajudar sistema bancário
- União Europeia nega que fusão entre Aracruz e Votorantim atrapalhe a concorrência
Especial
- Veja o que há em nossos arquivos sobre as montadoras
- Leia a cobertura completa da crise financeira global
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria



Em São Paulo, capital, 5% do PIB é da administração pública, o resto é privado, ou seja, 95% de gente ralando de verdade.
Conclusão: Isso é um dado interessante de quem realmente trabalha nesse país e sustenta toda a embromação de , por exemplo, Brasília.
Brasil é isso: Todos ralando para sustentar Brasília que vive de 100% de dinheiro público.
[]s
Eduardo.
avalie fechar
avalie fechar
avalie fechar