Termina sem acordo audiência entre GM e metalúrgicos dispensados
da Agência Brasil
A audiência de conciliação realizada nesta quarta-feira entre os representantes da unidade da General Motors de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, e um grupo de metalúrgicos dispensados em janeiro deste ano pela montadora.
Segundo o vice-presidente do sindicato da categoria, Renato Bento Luiz, os trabalhadores que tinham contratos temporários queriam que a empresa mantivesse o pagamento dos salários e de outros benefícios até agosto deste ano, quando venceriam os contratos.
"Mas a empresa negou-se a atender a esse pedido, descumprindo um acordo que havia sido feito em janeiro do ano passado", disse o sindicalista, acrescentando que foi "uma intransigência" da montadora.
A audiência foi realizada a pedido do sindicato, que apresentou recurso na Justiça pedindo o cumprimento de determinação do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de Campinas, segundo a qual a empresa deveria manter os pagamentos.
Bento Luiz informou que durante a audiência um grupo de funcionários temporários estendeu faixas com frases de protesto contra as demissões. Segundo ele, o caso agora vai a julgamento. Procurada pela Agência Brasil, a GM disse que não vai falar sobre o assunto.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
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O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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