Emprego no comércio da Grande SP cresce em março, diz Fecomercio
YGOR SALLES
da Folha Online
O emprego no comércio varejista da Grande São Paulo apresentou avanço de 5,9% no mês de março ante o mesmo mês de 2008, informou a Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) nesta sexta-feira, em pesquisa baseada nos dados oficiais do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho.
O dado fica quase em linha com o apresentado em fevereiro, já que entre os dois meses o nível de emprego se manteve praticamente estável --houve uma ligeira queda de 0,1%, com 35.246 novas contratações e 36.209 demissões.
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O crescimento no emprego de dois setores, Farmácias e Perfumarias e Supermercados, foram determinantes para o dado positivo, segundo a entidade. O volume de empregados em farmácias e perfumarias subiu 7,7% na comparação com março de 2008, enquanto que em supermercados cresceu 5,6%.
Segundo Fábio Pina, economista da Fecomercio, esses setores são beneficiados por não serem atingidos de imediato pela redução do crédito disponível, o que passou a ocorrer no final do ano passado. Em um primeiro momento eles não sofrem com a falta de financiamento, só sendo atingidos caso os problemas nos setores dependentes de crédito cresçam a ponto de afetar muito a renda do trabalhador.
| Rafael Hupsel/Folha Imagem |
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| No início da crise, consumidor "trocou" dívidas por mais consumo de não-duráveis |
"Como houve uma expansão de crédito forte nos anos anteriores, alguns setores, como o automotivo, cresceram mais. Assim, eles acabavam contaminando os outros através do aumento da renda", disse Pina. "O mesmo ocorre quando há uma retração no crédito. Quem depende dele para vender recua mais fortemente, e os outros depois."
Outro fator que ajuda farmácias e supermercados é que o consumidor, temeroso em assumir dívidas diante do atual cenário econômico, adquire mais produtos não-duráveis neste momento. "Isso só muda quando ele percebe que a crise não está passando. Aí ele passa a poupar tudo", disse o economista.
A mudança de sentimento do consumidor, diz Pina, normalmente ocorre depois que a crise passou de seis meses. "De zero a seis meses a crise pode ser considerada pontual. Mas se virar recessão [o que tecnicamente ocorre depois de dois trimestres seguidos de retração econômica], não", explica.
Desaceleração
A Fecomercio lembra que a maioria dos setores seguem com resultados positivos no emprego, mas apresentaram forte desaceleração a partir do agravamento da crise financeira.
Seria o caso, por exemplo, do ramo Automotivo. O setor teve alta no emprego de 2,1% em março, mas esse avanço era de 13,3% em setembro do ano passado. Também apresentaram dados ruins ramos como os de Lojas de Departamentos e Vestuário e Calçados.
Apesar do enfraquecimento, Pina vê motivos para que o nível de emprego desses ramos se recupere --ao menos parcialmente. "Os dados que estão sendo divulgados não são ruins. O [setor] automotivo, por exemplo, já tem um aquecimento, que tem efeito multiplicador. O governo atuou pontualmente e houve algum efeito. A tendência é que pare de piorar e haja um aumento", disse. "Mas só saberemos quando houve essa virada quando sairmos da crise."
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Tá GRAFADO nos registros do MINISTÉRIO DA SAÚDE:
""" O Minstro da Saúde, JAMAIL HADAD, no exercício de suas atribuíções FAZ PUBLICAR A REGUÇLAMENTAÇÃO, concernentes a FABRICAÇÃO, DISTRITUILÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DOS medicamentos ALTERNATIVOS, sem nome fantasia, denominados GENÉRICOS.....""
LEMBRANDO:
Esse ""cara"" o PAI DOS GENÉRICOS, médico, formado pela UNIVERSIDADE DO BRASIL, ATUAL UFRJ, do PARTIDO PSB
NO governo ITAMAR, FOI QUEM FEZ A COISA
Hoje tem plagiador DESCARADO MENTINDO NA TV,
em programa enganação......
É, conseguem ludibriar a 10%.........
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