Dinheiro
28/04/2009 - 10h51

BB também vai financiar eletrodomésticos da linha branca e casa popular

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EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília

O Banco do Brasil vai lançar duas novas linhas de crédito. A primeira será destinada à compra dos produtos da linha branca que foram beneficiados com a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A segunda tem como objetivo o financiamento de moradias populares no interior de São Paulo.

O crédito para linha branca vai beneficiar somente os produtos que tiveram redução de IPI (geladeiras, fogões, máquinas de lavar roupa e tanquinhos). Ele será destinado a correntistas do banco ou clientes de 18 grandes varejistas que possuem convênio com o BB.

Os juros serão a partir de 1,99% ao mês, com prazo de até 60 meses e carência de até 180 dias. Isso representa uma flexibilização em relação às linhas que o BB possui hoje no crédito direto ao consumidor, que possuem juros a partir de 2,6% ao mês, prazo de 48 meses e carência de 60 dias.

A linha será lançada na próxima quinta-feira (30). Na semana passada, a Caixa Econômica Federal já anunciou uma linha semelhante, também destinada a compra de eletrodomésticos, com juros mais baixos e prazos maiores.

Habitação

Na próxima semana, o BB anuncia uma linha de R$ 20 milhões para a construtora Cyrela, que irá construir 500 moradias populares em Sorocaba, interior de São Paulo. O empréstimo está dentro do programa de habitação do governo federal "Minha Casa, Minha Vida".

O novo presidente do BB, Aldemir Bendine, que assumiu o cargo na semana passada, disse que o banco terá, ao todo, R$ 500 milhões para atuar dentro do programa habitacional federal.

Segundo ele, dentro de 60 dias, o banco vai estar preparado para financiar diretamente o mutuário. O BB vai focar nas famílias com renda de cinco até dez salários mínimos, deixando a faixa de renda mais baixa para a Caixa.

"Pretendemos trabalhar fortemente nesse programa, com as famílias dentro desse faixa de renda", afirmou Bendine.

Comentários dos leitores
celso assis (71) 28/11/2009 15h24
celso assis (71) 28/11/2009 15h24
PERGUNTAR NÃO OFENDE: O DUBAI É HOJE O QUE OS EUA FORAM ONTEM E O QUE O BRASIL SERÁ AMANHÃ?
É O QUE DA O CRESCIMENTO BASEADO EM FINANCIAMENTOS AO CONSUMO (AINDA PARA A PRODUÇÃO DÁ PARA ENTENDER)
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (63) 28/11/2009 15h16
Olmir Antonio de Oliveira (63) 28/11/2009 15h16
Boa iniciativa para ativar o comércio, pena que muitos itens de eletroeletrônicos e até outros bens duraveis, "automoveis, motos"possuem um custo alto para o consumidor brasileiro, que tem poder aquisitivo pequeno, por diversas razões, salários cheios de custos e encargos (cheio de vales, e o trabalhador cada vez mais dependentes deles.....), impostos de toda ordem e sorte, e quem nem sempre são bem aplicados no bem comum, muitos casos servindo de benefício e até "farra" de politicos, e indo até a má utilização e projetos não bem elaborados e ou de real útlidade. Os produtores também sofrem penalizações diversas, altas taxas juros, e ou pouco crédito, impostos em números de dezenas, burocracia, infraextrutura que precisa ser melhorada, estradas construidas com recursos de impostos e agora pedagiadas, não se vê unidades destas construidas especialmente para tal fim, como alternativa e não com fim unico. è de se considerar que ainda existem empresarios de boa fé e ou por oportunismo ainda penalizam o consumidor brasileiro, praticando preços vultosos. No atual cenário é muito valido que o frabricante sugira um preço final para o consumidor (exemplifico os sugeridos por determindos fabricantes de bebidas, águas e ou até de renomados fabricantes de eletrônicos), (a exemplo do revendedor de bebida, que posui margem que supera os valores de fabrico e lógistica....e só desprender de recursos após o repasse ao consumidor)........ sem opinião
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Henrique Silva (187) 28/11/2009 00h52
Henrique Silva (187) 28/11/2009 00h52
FHC: foi um diplomata pacífico, mas fazia viagens internacionais para fazer visitas oficiais sem aumento de laços econômicos nem melhorou a imagem do país
LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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