Publicidade

Dinheiro
06/05/2009 - 09h49

Inflação da baixa renda acelera em abril e fecha em 0,73%

Publicidade

da Folha Online

O IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1), índice que mede a inflação das famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos mensais, acelerou em abril e ficou em 0,73%, contra 0,51% em março. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Os preços dos cigarros e dos medicamentos foram os que mais pesaram. Os cigarros subiram em média 7,85% (ante 0,85% em março), enquanto remédios tiveram alta de 2,55% (ante 0,29% um mês antes).

Com o resultado do mês passado, o IPC-C1 acumula alta de 6,27% nos últimos 12 meses --ou 0,22 ponto percentual a mais do que o IPC (Índice de Preços ao Consumidor). Já no primeiro trimestre, o indicador acumula alta de 2,13%, levemente inferior aos 2,14% do IPC.

Entenda a diferença entre os principais índices de inflação

As principais contribuições para a alta do mês vieram das classes de despesa Despesas Diversas (de 0,72% em março para 4,67% em abril) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,76% para 1,53%), que juntos responderam por mais de 90% do aumento no índice.

Também apresentaram altas as classes Vestuário (de -0,18% para 0,39%) e Habitação (de 0,23% para 0,27%).

Na outra ponta, os grupos Educação, Leitura e Recreação (de 0,76% para 0,40%), Transportes (de 0,04% para -0,01%) e Alimentação (de 0,87% para 0,85%) tiveram recuos em suas taxas.

A diferença entre o IPC e o IPC-C1 é o valor dado para cada classe de despesa na composição dos índices. No IPC-C1, os grupos Alimentação, Vestuário e Transportes possuem maior peso, enquanto os demais tem menos relevância do que no IPC.

Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. sem opinião
avalie fechar
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
sem opinião
avalie fechar
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Discordo.
Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
sem opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (249)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca