Indústria paulista abre 19 mil vagas e emprego sobe 0,8% em abril
YGOR SALLES
da Folha Online
O nível de emprego da indústria de transformação do Estado de São Paulo fechou abril com avanço de 0,8% na comparação com março, nos dados sem ajuste sazonal, segundo levantamento da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgado nesta quinta-feira. Com isso, o setor abriu 19 mil vagas no mês passado. Trata-se do segundo mês de alta.
Considerando os dados com ajuste sazonal, que elimina características específicas de cada período, a baixa no emprego no mês passado foi de 1,09%.
Em relação a abril do ano passado, a queda no nível de emprego foi de 6,76%, o que representa um corte de 172,5 mil vagas nesta base de comparação.
No mês passado, dos 22 setores, 17 tiveram desempenho negativo e cinco mais contrataram que demitiram. O que mais contratou foi o de fabricação de coque, produtos derivados de petróleo e biocombustíveis, com alta de 15 % de alta no nível de emprego, seguido por produtos alimentícios, com 10,8%.
Esses dois setores cresceram graças a contrações do setor de açúcar e álcool. Em abril, o setor contratou 28,2 mil pessoas
Os que mais demitiram foram produtos de madeira, com queda de 4,3%, e metalurgia, com recuo de 2,6%.
Sensor Fiesp
A Fiesp também divulgou hoje o Sensor Fiesp --indicador de perspectivas futuras da indústria paulista-- da primeira quinzena de maio. O índice atingiu 53,2 pontos, contra 51,4 pontos verificados na segunda quinzena do abril.
O índice varia entre 0 e 100 pontos, sendo que acima de 50 pontos indica otimismo e, de 50 para baixo, pessimismo.
Entre os cinco subitens do Sensor, o que apresenta maior valor é o de vendas (60,4 pontos), seguidos por mercados (58,4), emprego (52,3), investimentos (50,9) e estoque (44).
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No último final de semana tive a oportunidade, durante a festa em um casamento, de conversar com um famoso Deputado Federal/PSDB/Pr, perguntei a ele: E a reforma tributária? Sai ou não sai? ele foi firme em suas palavras, sai não, só se houver uma mobilização nacional. Os interesses são muito grande, só em "renúncia fiscal e Zona Franca de Manaus" são mais de 200 bilhões de Reais. Pelo andar da carruagem vai demorar muito para melhorar o padrão de vida dos mais de 20 milhôes de "miseráveis" que moram em "cortiços" (segundo o Jornal da Record) e melhorar o atendimento em hospitais públicos.
Veja que frase bonita: "O maior fracasso do homem é rejeitar o amor de JESUS CRISTO".
Maranata.
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Estou curioso para saber.
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