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Dinheiro
15/05/2009 - 14h28

Itaú-Unibanco amplia prazo de financiamento de veículos para 72 meses

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da Folha Online

O Itaú-Unibanco informou nesta sexta-feira a retomada do financiamento de 72 meses para compra de automóveis. O prazo estendido só vale para veículos novos e estará disponível nas concessionárias credenciadas a partir deste final de semana.

Em março, segundo a Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), o financiamento de automóveis teve prazo médio de 40 meses, sendo o prazo máximo de 60 meses.

"A redução das taxas de juros, aliada aos positivos sinais que temos visto na economia, permitem a retomada do alongamento dos prazos e consequente redução do valor das prestações", afirmou Marco Bonomi, vice-presidente executivo do Itaú-Unibanco.

Segundo o banco, a carteira de financiamento de veículos fechou o primeiro trimestre deste ano em R$ 52 bilhões.

"As medidas tomadas pelo governo em meio à crise surtiram o efeito desejado, contribuindo para esta retomada", afirmou Bonomi.

"A previsão é que a nossa carteira cresça em torno de 15% neste ano. Podemos até obter um resultado melhor em função desse anúncio, que deverá refletir positivamente no incremento dos negócios", disse Bonomi.

Ainda de acordo com o Itaú-Unibanco o saldo total da carteira de crédito somou R$ 272,7 bilhões no primeiro trimestre deste ano, aumento de 0,3% em relação a 31 de dezembro de 2008. As operações com clientes pessoa física cresceram 1,4% no período, impulsionadas pelo aumento de 4,2% do saldo das operações de crédito pessoal e pelo acréscimo de 1,9% no volume de financiamentos de veículos. A carteira de crédito imobiliário cresceu 5,8% no período.

Comentários dos leitores
Marcio Marques Alves (36) 26/11/2009 22h06
Marcio Marques Alves (36) 26/11/2009 22h06
Mesmo com aquecimento global, Conferência do clima em Copenhague e tudo, o setor petrolífero e automotivo voltam à todo vapor com pesados investimentos. Como se não bastasse o egocentrismo da emergente classe média em não abrir mão de um "direito" à propriedade de um veículo, não se importando com as consequências no trânsito. Mesmo com pesados investimentos em transporte público, o argumento é que ele ainda continua precário.
"Dane-se" o meio ambiente, "eu quero é ter meu carro". Ninguém admite, mas esse parece ser o argumento dissimulado de quem não tem tempo para a questão ambiental. Há e os empregos e os e salários dos operários dessas fábricas? Pois é! "Problema dos sindicatos"! É assim que esperamos ser a próxima potência mundial, sendo cada vez mais egoístas, individualistas e sem consiência ambiental. Que o diga o governador do Rio de Janeiro, não quer nem pensar em dividir os royalties de petróleo com o resto do país. É por isso que os traficantes reinam e dominam tudo por lá, já que o dinheiro desses royalties ,nunca chegam nas populações pobres, vítimas do tráfico e das milícias.
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Leandro Morales (3) 26/11/2009 20h21
Leandro Morales (3) 26/11/2009 20h21
Vamos ver se desta vez eles efetivam os terceiros residentes, uma vergonha ter mais de 4 mil terceiros da planta Anchieta para obter o mesmo produto final e pagando salários abaixo da média para eles... sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (58) 19/11/2009 22h10
Olmir Antonio de Oliveira (58) 19/11/2009 22h10
A respeito do setor de autopeças. Creio que dada as isenções de ipi aos automoveis, faltou dar uma salvaguarda para incrementar, prestigiar o produtor de autopeças aqui radicados, inclusive poderia auxiliar a players internacionais para produzirem aqui, inclusive para exportações em futuro ser atual crise vividas em diversos paises. (por conceito sou favoravel ao livre mercado e livre iniciativa, a desoneração de impostos e ou entraves burocraticos, mas eventualmente o mercado e o país deve dar certa salvaguarda, mas sempre por periodo menor possivel).
Pontualmente existe setores que sentem dificulades.....Exemplifico o pleito do setor moveleiro que reivindica redução de ipi por 6 meses, acredito na legitimidade da reivindicação. Mas para este caso deveria focar o incentivo ao uso mais intensivo de componentes advindos de reflorestamentos.
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