Itaú-Unibanco amplia prazo de financiamento de veículos para 72 meses
da Folha Online
O Itaú-Unibanco informou nesta sexta-feira a retomada do financiamento de 72 meses para compra de automóveis. O prazo estendido só vale para veículos novos e estará disponível nas concessionárias credenciadas a partir deste final de semana.
Em março, segundo a Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), o financiamento de automóveis teve prazo médio de 40 meses, sendo o prazo máximo de 60 meses.
"A redução das taxas de juros, aliada aos positivos sinais que temos visto na economia, permitem a retomada do alongamento dos prazos e consequente redução do valor das prestações", afirmou Marco Bonomi, vice-presidente executivo do Itaú-Unibanco.
Segundo o banco, a carteira de financiamento de veículos fechou o primeiro trimestre deste ano em R$ 52 bilhões.
"As medidas tomadas pelo governo em meio à crise surtiram o efeito desejado, contribuindo para esta retomada", afirmou Bonomi.
"A previsão é que a nossa carteira cresça em torno de 15% neste ano. Podemos até obter um resultado melhor em função desse anúncio, que deverá refletir positivamente no incremento dos negócios", disse Bonomi.
Ainda de acordo com o Itaú-Unibanco o saldo total da carteira de crédito somou R$ 272,7 bilhões no primeiro trimestre deste ano, aumento de 0,3% em relação a 31 de dezembro de 2008. As operações com clientes pessoa física cresceram 1,4% no período, impulsionadas pelo aumento de 4,2% do saldo das operações de crédito pessoal e pelo acréscimo de 1,9% no volume de financiamentos de veículos. A carteira de crédito imobiliário cresceu 5,8% no período.
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"Dane-se" o meio ambiente, "eu quero é ter meu carro". Ninguém admite, mas esse parece ser o argumento dissimulado de quem não tem tempo para a questão ambiental. Há e os empregos e os e salários dos operários dessas fábricas? Pois é! "Problema dos sindicatos"! É assim que esperamos ser a próxima potência mundial, sendo cada vez mais egoístas, individualistas e sem consiência ambiental. Que o diga o governador do Rio de Janeiro, não quer nem pensar em dividir os royalties de petróleo com o resto do país. É por isso que os traficantes reinam e dominam tudo por lá, já que o dinheiro desses royalties ,nunca chegam nas populações pobres, vítimas do tráfico e das milícias.
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Pontualmente existe setores que sentem dificulades.....Exemplifico o pleito do setor moveleiro que reivindica redução de ipi por 6 meses, acredito na legitimidade da reivindicação. Mas para este caso deveria focar o incentivo ao uso mais intensivo de componentes advindos de reflorestamentos.
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