China perde posto de custo de produção mais barato do mundo, diz pesquisa
da France Presse, em Xangai
A China perdeu para Índia e México o posto de país mais barato do mundo para a produção de componentes industriais, revela um estudo elaborado pela empresa de consultoria AlixPartners.
A pesquisa representa um novo golpe ao gigante asiático que luta contra a crise financeira internacional.
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Ao mesmo tempo, os Estados Unidos reduziram consideravelmente a diferença e agora o custo de produção na China é apenas 6% inferior aos custos das fábricas americanas, segundo o estudo.
"Ficaram para trás os dias em que as companhias podiam economizar até 30% ou mais produzindo sem valor agregado, transferindo suas produções para a China en particular", afirma Stephen Maurer, diretor da consultoria.
O estudo compila um índice de custos de produção analisando uma cesta de componentes manufaturados e montados, desde pequenos motores até moldes.
A empresa compara custos de produção na China, Índia, Brasil e México em comparação com os Estados Unidos, verificando fatores por um período de até três anos como o custo trabalhista, taxa de câmbio, transporte e custo de materiais.
O índice destaca um aumento nos custos nos últimos seis meses que abalaram a posição da China no ranking.
A consultoria prevê que os custos na China devem melhorar no segundo semestre de 2009, levando em consideração os preços do petróleo cada vez mais moderados, o que reduzirá os custos do transporte marítimo. No entanto, considera pouco provável que China recupere terreno ainda neste ano frente a Índia e México.
Ao mesmo tempo, as empresas americanas são cada vez mais competitivas, mas seus custos continuam sendo maiores que os da maioria dos países estudados.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
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O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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