Obama diz ver "certa volta à normalidade" nos mercados financeiros
da France Presse, em Washington
com Folha Online
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quarta-feira que observa uma "certa volta à normalidade" nos mercados financeiros, depois da turbulência agravada meses atrás.
"Estamos contentes de ver progressos, de ver uma certa volta à normalidade de certos aspectos dos mercados financeiros", disse Obama durante a primeira reunião trimestral de seu conselho para a reativação econômica, composto por especialistas em diversos campos e encarregada de apresentar-lhe opinião independente sobre as políticas de reativação.
Por ocasião da reunião do conselho, dirigido pelo ex-presidente do Federal Reserve, Paul Volcker, Obama reafirmou a necessidade de "olhar mais além da crise imediata" e de reformar a educação, o uso da energia e os programas de saúde, instaurando novas bases "sadias" para não deparar-se a longo prazo 'com um modelo econômico insustentável".
As Bolsas mundiais mostram recuperação forte nas últimas semanas, dando sinais de que o pior da crise já estaria contabilizado.
Nesta quarta-feira, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, revelou que a parceria público-privada que ajudará os bancos a retirar os títulos podres e limpar seus balanços começa a operar nas próximas seis semanas.
O programa combina mais de US$ 100 bilhões em fundos do governo com investimentos privados, que tem como objetivo formar um "pool" para a compra de mais de US$ 1 trilhão desses títulos.
Os títulos podres --em sua maioria relacionados a empréstimos imobiliários de alto risco ("subprime")-- foram o epicentro da atual crise financeira, e ainda atormentam os bancos. Sem esses títulos nos balanços, os bancos terão mais fôlego para retomar o crédito.


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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