Publicidade

Dinheiro
20/05/2009 - 14h02

Obama diz ver "certa volta à normalidade" nos mercados financeiros

Publicidade

da France Presse, em Washington
com Folha Online

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quarta-feira que observa uma "certa volta à normalidade" nos mercados financeiros, depois da turbulência agravada meses atrás.

"Estamos contentes de ver progressos, de ver uma certa volta à normalidade de certos aspectos dos mercados financeiros", disse Obama durante a primeira reunião trimestral de seu conselho para a reativação econômica, composto por especialistas em diversos campos e encarregada de apresentar-lhe opinião independente sobre as políticas de reativação.

Por ocasião da reunião do conselho, dirigido pelo ex-presidente do Federal Reserve, Paul Volcker, Obama reafirmou a necessidade de "olhar mais além da crise imediata" e de reformar a educação, o uso da energia e os programas de saúde, instaurando novas bases "sadias" para não deparar-se a longo prazo 'com um modelo econômico insustentável".

As Bolsas mundiais mostram recuperação forte nas últimas semanas, dando sinais de que o pior da crise já estaria contabilizado.

Nesta quarta-feira, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, revelou que a parceria público-privada que ajudará os bancos a retirar os títulos podres e limpar seus balanços começa a operar nas próximas seis semanas.

O programa combina mais de US$ 100 bilhões em fundos do governo com investimentos privados, que tem como objetivo formar um "pool" para a compra de mais de US$ 1 trilhão desses títulos.

Os títulos podres --em sua maioria relacionados a empréstimos imobiliários de alto risco ("subprime")-- foram o epicentro da atual crise financeira, e ainda atormentam os bancos. Sem esses títulos nos balanços, os bancos terão mais fôlego para retomar o crédito.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
avalie fechar
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
avalie fechar
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (4392)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca