Crise freia globalização e piora condições para negócios, diz revista
da Efe, em Londres
A crise econômica desacelera o processo de globalização e piora as condições de negócios na maioria dos países, principalmente por causa das mudanças na regulação e da tendência ao protecionismo, diz um relatório divulgado hoje pela EIU (Economist Intelligence Unit), a divisão de estudos da revista britânica "The Economist".
A publicação divulgou também um ranking com os países com melhores condições para os negócios, no qual o Brasil aparece no 39º posto. Finlândia e Cingapura estão no topo, enquanto que Venezuela e Angola aparecem na outra ponta da tabela.
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O país latino-americano melhor posicionado foi o Chile (15º), à frente de nações europeias como França (17º) e Espanha (23º) e também de vizinhos sul-americanos Peru (46º), Colômbia (54º), Argentina (65º) e Equador (78º).
Segundo os analistas, as más condições para os negócios foram causadas por uma regulação mais rigorosa, menos possibilidades de investimentos de risco, pouco fluxo de capital fora dos países, além do perigo de agitações civis ou mudanças nas divisas. Esse ambiente poderia se estender por um período de cinco anos, entre 2009 e 2013.
A revista constatou que, nesta lista de 82 países, a tendência de melhora das condições para os negócios, da liberalização e de avanços nas infraestruturas se inverteu pela primeira vez desde 1996, o primeiro ano no qual o ranking foi publicado.
Com a mudança das circunstâncias por causa da crise, estas condições se modificaram, o que fez com que a pontuação média dos países analisados fosse inferior no período examinado em relação ao anterior, de 2004 a 2008.
Na lista, caíram especialmente Estados Unidos, do 7º lugar para o 12º, e o Reino Unido, do 13º para o 25º, enquanto que a China registrou a maior ascensão, passando do 56º para o 45º posto.
Segundo o relatório, a metade dos países latino-americanos sofrerá uma piora de seus ambientes para os negócios, sobretudo aqueles que não tenham feito reformas estruturais nos últimos anos.
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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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