Dinheiro
21/05/2009 - 17h40

Participação de estrangeiros na dívida pública cai pelo 4º mês seguido

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EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília

A participação de investidores estrangeiros na dívida pública federal interna caiu pelo quarto mês consecutivo e voltou aos níveis de janeiro de 2008.

Em março, último número divulgado pelo Tesouro Nacional, com base em dados da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o percentual caiu para 5,64%, o menor patamar desde janeiro do ano passado, quando estava em 4,96%.

Essa participação chegou a 7% em agosto do ano passado, maior percentual da série histórica do Tesouro, iniciada em 2005. Com a piora na crise internacional, esse percentual recuou.

O Tesouro Nacional não esclareceu se a mudança se deve a uma saída de investidores estrangeiros do país --como aconteceu após a piora da crise, em setembro-- ou a um aumento maior da participação dos aplicadores residentes no país.

Dívida

A valorização do real e o vencimento de títulos públicos ajudaram a reduzir a dívida pública federal no mês de abril. De acordo com dados do Tesouro Nacional, a dívida caiu 1,02% em abril na comparação com março, para R$ 1,384 trilhão.

No mês passado, os resgates superaram as emissões de novos títulos em R$ 17,64 bilhões. Parte desse efeito positivo na dívida foi reduzido, no entanto, por um impacto de juros no valor de R$ 3,42 bilhões.

A dívida pública federal externa, que representa 8,83% da dívida total, caiu 6,29%, devido à valorização de 5,9% do real em relação às moedas estrangeiras nas quais o país é devedor.

Comentários dos leitores
Henrique Silva (201) 01/12/2009 19h01
Henrique Silva (201) 01/12/2009 19h01
O esquema do FAT (A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu); Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro; Intervenção na Previ (Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada). O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios); sem opinião
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Henrique Silva (201) 01/12/2009 17h37
Henrique Silva (201) 01/12/2009 17h37
Sr. O Apedeuta,
Eu quero corrigir a afirmação de que hoje o IDH é de 0,813. Na verdade ESTE VALOR É DE 2007, certamente que de dois anos pra cá aumentamos o IDH e com a crise internacional muitos outros países que sofreram mais que o Brasil perderá posições.
Aí então o Brasil continuará a ter um IDH alto e ganhará posições no ranking (para eu me sentir mais feliz e orhulhoso e, infelizmente, você se sentir mais triste).
sem opinião
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Henrique Silva (201) 01/12/2009 17h25
Henrique Silva (201) 01/12/2009 17h25
Sr. O Apedeuta,
Em 24/07/2002 o Brasil ocupava a 73 posição com um IDH de 0,757 segundo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e hoje ocupa a 75 posição segundo o próprio Pnud, mas hoje já com IDH de 0,813. SOMENTE AGORA ESTAMOS COM IDH CONSIDADERADO ALTO (QUE VARIA DE 0,8 A 0,9).
Não queira distorcer os fatos, você atentou somente para um item dos vários que citei e tentou desqualificar minha afirmação. Mas, como você pode voltar a ler, eu disse que o IDH melhorou. As pessoas com COMPLEXO DE VIRA-LATA não aceita isso e sempre afirma que somos um país de terceiro mundo, subdesenvolvido, sem expressão internacional, sem crédito, etc, etc. Estes PESSIMISTAS POR NATUREZA repetem com tanta convicção e freqüência (sem embasamento algum) que começam a acreditar realmente nisso e querem jogar essa culpa da "situação criada pelo imaginário dos complexados no atual governo".
Você deve ter lido a matéria da revista (IN)VEJA, que é manipulada pela oposição e passa longe da neutralidade e da ética jornalística, e quer me fazer engolir seu discurso que apóia um ex-presidente boçal e cara-de-pau que seu governo se sustentava apenas pela imprensa, vendeu nosso país, nos enfiou em crises sucessivas, nos endividou ainda mais e jogou fora toda uma geração? NÃO ME VENHA COM ESSE PAPO DERROTADO DE OPOSIÇÃO COMPLEXADA!
E enquanto aos outros indicadores de sucesso governamental que comparei entre FHC e LULA você, O Apedeuta, tratou de esquecer.
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