Dinheiro
22/05/2009 - 12h23

Preços de imóveis alugados sobe 0,4% em abril, diz Secovi-SP

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da Folha Online

O mercado de locação residencial na cidade de São Paulo registrou aumento de preço mais modesto em abril, na comparação com o mês anterior, informou pesquisa do Secovi-SP (sindicato de habitação).

Segundo a pesquisa sobre o Mercado de Locação Residencial, os preços ficaram 0,4% mais caros ante março (quando os preços subiram 0,5%). Em janeiro e fevereiro, os preços oscilaram entre 0,9% e 0,8%, respectivamente.

No ano, o aluguel acumula variação de 11,4%. O percentual é superior à variação da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), de 5,53%, e do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), de 5,38%.

O preço de locação dos imóveis de três dormitórios ficou estável em relação aos valores observados no mês anterior, enquanto as residências de dois quartos subiram 0,7%. Os aluguéis das unidades de 1 dormitório ficaram 0,2% mais caros, entre março e abril.

Vendas

Pesquisa divulgada nesta semana pelo sindicato mostra que o mercado de imóveis novos teve forte recuo neste ano. A venda de residencias na cidade de São Paulo caiu 43% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado.

Nos três primeiros meses do ano foram vendidas 4.831 unidades, contra 8.478 no mesmo período de 2008. Já o volume de lançamentos no período também apresentou recuo --passou de 7.000 unidades no primeiro trimestre de 2008 para 3.200 unidades neste ano.

Para o Secovi, essa queda forte se explica pelos efeitos da crise no setor, na comparação com 2007 e 2008. A partir do agravamento da crise financeira, no final do ano passado, a obtenção de crédito foi dificultada --o que é especialmente danoso a setores cujas vendas dependem de financiamento para sobreviver, como é o caso do imobiliário e automobilístico.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (34) 04/11/2009 14h17
Olmir Antonio de Oliveira (34) 04/11/2009 14h17
Crédito imobiliário, uma boa noticía. Para um deficite no país, centenas de milhares de residencias, um poder aquisitivo do trabalhador ainda pequeno, mas com sinais que apontam para melhoria. È bom sinal, é bom que as instituições divulguem suas pespectivas e ou intenções. Certo é que existe ainda enorme potencial de capacidade do setor de construção civil, ainda ocioso ou pouco aproveitado. Quanto ao trabalho no setor ainda é visto de maneira correta, existe variedade de quialificação, até faltando mais qualificação, treinamento, especialização, coisas que tem muito a ver com a cultura. Coisa habitual atitude os de outras categorias e dizerem,para irem para construção civil os sem qualificação.... meias verdades, ironias..... substimar, presumir... tem feito parte do conceitual do brasileiro..... bom ou rumi faz parte do sistema atual. Certo é que um setor enorme e pouco organizado, com sindicatos quando comparados a outras categorias, ainda pouco representativos..... Creio que com boa especialização os ganho podem ser bastante significativos, no momento especialmente para os patrões " construtores" e para o proprietário final do imóvel. O certo é que em muitos casos falta muita infraextrutura "coisa o atruição pública", para viabilizar empeendimentos..... sem opinião
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Manoel Francisco Pereira (66) 03/11/2009 09h00
Manoel Francisco Pereira (66) 03/11/2009 09h00
ESTE É O ESPETÁCULO DO CRESCIMENTO A QUE A MINISTRA SE REFERE, MAS SOMENTE PARA O BOLSO DOS PETISTAS OU SEJA NAS CUECAS.. VEJA A SEGUIR...A Fenae Corretora, empresa dirigida por sindicalistas da CEF (Caixa Econômica Federal), é a maior negociadora de seguros de entrega de obras do programa Minha Casa, Minha Vida, lançado pelo governo federal há sete meses, informa reportagem de Fernando Barros de Mello, publicada nesta terça-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Empreiteiras e corretores ouvidos pela Folha afirmam haver um monopólio informal da Fenae Corretora, que é a única a ter acordo com a Caixa para a venda do seguro-garantia do programa habitacional --um negócio de milhões de reais. A Caixa diz que o mercado é livre para quaisquer seguradoras e corretoras.
A Fenae Corretora é ligada à Fenae (Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa Econômica Federal), entidade associada à CUT (Central Única dos Trabalhadores). Pedro Beneduzzi Leite, que preside a corretora e a entidade sindical, é filiado ao PT desde 1990 e já foi doador de campanhas petistas.
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Neimar Oliva (14) 15/09/2009 10h47
Neimar Oliva (14) 15/09/2009 10h47
É brincadeira! Ao invés das pessoas comemorarem a absorção plena da mão-de-obra, incentivando-se assim a formação de novos profissionais, e a valorização dos terrenos, que já acontece em outros países há décadas, gerando riquezas, vemos ressaltarem os novos problemas "bons" como daninhos. 2 opiniões
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