Califórnia lidera corte de vagas nos EUA em abril; 44 Estados demitiram
da Associated Press
À medida que a recessão avança nos Estados Unidos, 44 Estados perderam empregos em abril, liderados pelo Califórnia, onde empregadores cortaram 63.700 postos no mês passado, informou nesta sexta-feira o Departamento de Comércio dos EUA.
Depois da Califórnia, os Estados que mais demitiram foram Texas (39.500 empregos), Michigan (38.400) e Ohio (25.200).
Na Califórnia, a taxa de desemprego está em 11%, a quinta maior do país. Em Michigan, a taxa de desemprego foi maior, 12,9%, aparecendo em seguida Oregon (12%), Carolina do Sul (11,5%) e Rhode Island (11,1%).
À medida que a recessão engole as vendas e os lucros das empresas, companhias têm usado a demissão como forma de cortar custos imediatamente, além do corte das horas de trabalho.
Desde que a recessão começou oficialmente nos EUA, em dezembro de 2007, o país já perdeu cerca de 5,7 milhões de empregos. A taxa de desemprego nacional agora está em 8,9%, a mais elevada em 25 anos.
O presidente do Fed (Federal Reserve, o BC dos EUA), Ben Bernanke, disse nesta semana esperar que o ritmo das demissões diminua assim que a recessão se abrandar, o que deve ocorrer no fim deste ano.
Apesar disso, o Departamento de Comércio prevê que a taxa de desemprego nacional deve chegar à casa dos dois dígitos no final do ano.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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