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Dinheiro
22/05/2009 - 19h29

Feirão da Caixa recebe 34 mil visitantes e fecha R$ 500 mi em negócios

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da Folha Online

O Feirão de imóveis da Caixa Econômica Federal recebeu 34 mil visitantes em São Paulo até o final da tarde desta sexta-feira, segundo dia de evento. O volume negociado atingiu R$ 554 milhões, considerando-se os contratos assinados no local e os já negociados. Os números também consideram o movimento de quinta-feira.

O banco informou que o volume inclui a movimentação das empresas parceiras (construtoras e imobiliárias).

No total, são oferecidas 110 mil unidades residenciais na região metropolitana de São Paulo, sendo 42,5 mil novos ou em construção e 67,4 mil usados.

O 5º Feirão Caixa da Casa Própria em São Paulo, que acontece no Centro de Exposição Imigrantes (zona sul) tem imóveis com preços a partir de R$ 30 mil. O feirão abre das 10h às 21h e, no domingo, das 9h às 18h. A entrada é grátis, mas o estacionamento é pago (R$ 20).

Segundo a Caixa, a maioria dos imóveis disponíveis são usados (ao menos 62 mil opções), mas há bastantes residências novas ou em construção disponíveis (42,5 mil) --os preços começam em R$ 30 mil. No ano passado, estavam à venda 55 mil imóveis usados e 35 mil novos ou em construção.

Veja a página de classificados de imóveis da Folha

Pelo site da Caixa Econômica é possível verificar a maioria das residências que estão à venda no feirão e realizar simulações de financiamentos e renda.

O banco informa que todas as unidades à venda têm a garantia de financiamento, que pode chegar a até 100% do valor do imóvel, com prazo de pagamento de até 30 anos e taxas de juros que vão de 4,5% a 11,4% ao ano.

Quem vai ao evento em busca de um imóvel e já quer efetuar a compra deve levar CPF, RG e comprovantes de residência e renda --os três últimos holerites para quem tem emprego com carteira assinada ou extratos bancários e fatura dos três últimos meses do cartão de crédito para profissionais liberais.

A Caixa estima que mais de 150 mil pessoas visitem o feirão durante os quatro dias. No ano passado, foram 160 mil visitantes, que fecharam 21,5 mil negócios e movimentaram R$ 1,4 bilhão.

"Minha Casa"

A grande expectativa para impulsionar as vendas no evento é o lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. Pelo projeto, imóveis de até R$ 130 mil poderão ser vendidos a famílias com renda de três a dez salários mínimos (R$ 1.395 a R$ 4.650).

O subsídio do programa a quem ganha R$ 1.395 chega a R$ 23 mil. Ou seja, um imóvel que custa R$ 100 mil poderá ser financiado por R$ 77 mil, a juros que variam de 5% a 8,16% ao ano.

Quem tem conta no FGTS há mais de três anos terá juros 0,5 ponto percentual mais baixo nos financiamentos com recursos do fundo. Assim, a taxa mínima passa para 4,5% ao ano.

Já para aqueles que planejam comprar um imóvel de maior valor, é possível usar as linhas de financiamento imobiliários que usam os recursos da poupança.

Estados

A Caixa diz que mais de 20 mil negócios foram fechados na primeira semana do evento, realizado entre os dias 14 e 17 de maio nas cidades de Rio de Janeiro, Salvador (BA), Curitiba (PR), Belo Horizonte e Uberlândia (MG).

Pelo balanço inicial feito pelo banco, foram movimentados mais de R$ 1,8 bilhão entre contratos fechados no próprio evento e encaminhados às agências.

Também recebem o feirão Brasília (22 a 24 de maio), Recife (5 a 7 de junho), Porto Alegre (5 a 7 de junho) e Fortaleza (19 a 21 de junho). Além disso, 59 cidades receberão feiras menores da Caixa, de 15 de maio a 28 de junho.

Além dos dez feirões que a Caixa planeja realizar, estão previstas outras 62 feiras em 59 cidades, de 15 de maio a 28 de junho. Em todas será possível conhecer o imóvel, dar entrada na documentação e fechar o negócio, segundo o banco.

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Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (34) 04/11/2009 14h17
Olmir Antonio de Oliveira (34) 04/11/2009 14h17
Crédito imobiliário, uma boa noticía. Para um deficite no país, centenas de milhares de residencias, um poder aquisitivo do trabalhador ainda pequeno, mas com sinais que apontam para melhoria. È bom sinal, é bom que as instituições divulguem suas pespectivas e ou intenções. Certo é que existe ainda enorme potencial de capacidade do setor de construção civil, ainda ocioso ou pouco aproveitado. Quanto ao trabalho no setor ainda é visto de maneira correta, existe variedade de quialificação, até faltando mais qualificação, treinamento, especialização, coisas que tem muito a ver com a cultura. Coisa habitual atitude os de outras categorias e dizerem,para irem para construção civil os sem qualificação.... meias verdades, ironias..... substimar, presumir... tem feito parte do conceitual do brasileiro..... bom ou rumi faz parte do sistema atual. Certo é que um setor enorme e pouco organizado, com sindicatos quando comparados a outras categorias, ainda pouco representativos..... Creio que com boa especialização os ganho podem ser bastante significativos, no momento especialmente para os patrões " construtores" e para o proprietário final do imóvel. O certo é que em muitos casos falta muita infraextrutura "coisa o atruição pública", para viabilizar empeendimentos..... sem opinião
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Manoel Francisco Pereira (66) 03/11/2009 09h00
Manoel Francisco Pereira (66) 03/11/2009 09h00
ESTE É O ESPETÁCULO DO CRESCIMENTO A QUE A MINISTRA SE REFERE, MAS SOMENTE PARA O BOLSO DOS PETISTAS OU SEJA NAS CUECAS.. VEJA A SEGUIR...A Fenae Corretora, empresa dirigida por sindicalistas da CEF (Caixa Econômica Federal), é a maior negociadora de seguros de entrega de obras do programa Minha Casa, Minha Vida, lançado pelo governo federal há sete meses, informa reportagem de Fernando Barros de Mello, publicada nesta terça-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Empreiteiras e corretores ouvidos pela Folha afirmam haver um monopólio informal da Fenae Corretora, que é a única a ter acordo com a Caixa para a venda do seguro-garantia do programa habitacional --um negócio de milhões de reais. A Caixa diz que o mercado é livre para quaisquer seguradoras e corretoras.
A Fenae Corretora é ligada à Fenae (Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa Econômica Federal), entidade associada à CUT (Central Única dos Trabalhadores). Pedro Beneduzzi Leite, que preside a corretora e a entidade sindical, é filiado ao PT desde 1990 e já foi doador de campanhas petistas.
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Neimar Oliva (14) 15/09/2009 10h47
Neimar Oliva (14) 15/09/2009 10h47
É brincadeira! Ao invés das pessoas comemorarem a absorção plena da mão-de-obra, incentivando-se assim a formação de novos profissionais, e a valorização dos terrenos, que já acontece em outros países há décadas, gerando riquezas, vemos ressaltarem os novos problemas "bons" como daninhos. 2 opiniões
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