GM fracassa ao trocar dívida por ações e caminha para a concordata
da Folha Online
da Efe, em Washington
A montadora americana GM (General Motors) confirmou nesta quarta-feira que não conseguiu convencer um número suficiente de credores a aceitar trocar a dívida da empresa por novas ações, o que aliviaria a pressão financeira sobre a montadora.
Com isso, a GM dá mais um passo para pedir proteção da Justiça dentro do "Capítulo 11" da Lei de Falências americana --o equivalente à concordata (ou recuperação judicial, no Brasil). Se isso ocorrer, será a maior concordata de uma empresa industrial na história americana.
Segundo a companhia, "a quantidade principal de títulos oferecidos foi substancialmente inferior à requerida pela GM para satisfazer a redução da dívida exigida em seu acordo de empréstimo com o Departamento do Tesouro" americano.
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Dado que nenhuma das condições foi atendida, a montadora cancelou a oferta da troca de dívida por ações.
A empresa anunciou em comunicado que seu conselho de administração se reunirá "para discutir os próximos passos da GM à luz do fim das ofertas de troca".
A companhia precisava que a oferta fosse aceita por credores que representam pelo menos 90% de seus US$ 27,2 bilhões de dívida não assegurada.
Se a GM não pude cumprir com essa exigência antes de 31 de maio, a companhia se verá à beira da concordata, como já aconteceu com a Chrysler. O presidente da GM, Fritz Henderson, advertiu que declarará quebra antes dessa data caso tenha certeza de que não cumprirá com todos os requisitos impostos pelo governo americano.
Boatos sobre a recusa dos credores em aceitar a troca das dívidas por ações já corriam desde o início da semana.
O pessimismo sobre o futuro da GM aumentou ontem devido às claras mostras de que poderosos círculos políticos de Washington estão cada vez mais contrários aos planos do Governo do presidente americano, Barack Obama, para a reestruturação do setor.
Na semana passada, 40 membros da Câmara de Representantes (na maioria republicanos, mas também democratas) pediram ao Congresso que exerça um maior controle sobre a reestruturação do setor e criticaram o papel desempenhado pelo GPA (Grupo Presidencial do Automóvel).
A entidade foi criada pela Casa Branca e pelo Departamento do Tesouro americano para supervisionar a reestruturação do setor, mas, na realidade, os integrantes estão tomando decisões, como forçar a renúncia do ex-presidente da GM Rick Wagoner, que os congressistas consideram excessivas.
De acordo com a quarentena de congressistas, o GPA deveria voltar ao "papel conselheiro", e o Congresso é quem tem "prerrogativas legislativas constitucionais".
Além disso, quatro congressistas republicanos acusaram o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, de favorecer os interesses do sindicato UAW (United Auto Workers) em detrimento dos direitos dos credores da General Motors.
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Ele tem que ser usado de base para medir o poder de compra e quanto os governos estao inflacionando o mercado imprimindo dinheiro como querem.
O deficit publico mundial eh vergonhoso. Se imprime dinheiro para paga-lo e quem acaba pagando mesmo a conta eh o trabalhador via inflacao, ou desvalorizacao de seu dinheiro, principlamente no Brasil onde se ha somente uma moeda - pura ditadura economica.
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SO O FATO DA OPSIÇÃO PUNIR O GOVERNADOR SO AI VAI GANHAR VOTOS E MUITTOS VOTOS POIS O BRASILEIRO EM SUA MAIORIA E HONESTO SE REALMENTE O DEDO DURO DO DURVAL TENHA RAZÃO E SO DAQUI DOIS MESES PEDIR O SIGILO BANCARIO DELE E DA FAMILIA VAI TER UM DEDINHO CORTADO NESTA SUJEIRA E SO ESPARAR PARA VER
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A renda per capita da população seria importante no estudo da dívida?
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