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Dinheiro
27/05/2009 - 10h42

Inadimplência chega ao maior nível desde outubro de 2000

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EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília

Atualizado às 10h54.

A inadimplência subiu pelo quinto mês consecutivo em abril e chegou a 5,2% dos empréstimos do sistema bancário, segundo dados do Banco Central. É a taxa mais alta desde outubro de 2000 (5,3%).

O aumento foi puxado pela inadimplência das empresas, que passou de 2,6% para 2,9% entre março e abril. Houve alta em todas as modalidades, com destaque para o desconto de promissória (de 3,3% para 4,3%).

Para as pessoas físicas, a inadimplência caiu pela primeira vez depois de seis meses seguidos de alta e passou de 8,4% para 8,2% no mês passado, segundo dados do Banco Central.

Apesar da queda geral, houve alta na inadimplência no crédito pessoal (de 5,8% para 5,9%), na aquisição de veículos (de 5,0% para 5,2%) e na aquisição de bens (de 14,2% para 14,9%).

Crédito

A alta da inadimplência acontece em um cenário de queda dos juros e retomada do crédito.

Os juros bancários recuaram em abril pelo quinto mês consecutivo. A taxa média geral, incluindo pessoa física e jurídica em todas as modalidades pesquisadas pelo BC, caiu de 39,2% para 38,6% ao ano. É menor taxa desde junho, quando estava em 38% ao ano.

Parte da queda nos juros se deve à redução do "spread" bancário, a diferença entre a taxa de captação dos bancos e os juros cobrados nos empréstimos para os clientes. Segundo o BC, o "spread" caiu de 28,5 pontos percentuais para 28,2 pontos no mês passado. A taxa, porém, ainda está acima da registrada em setembro (26,4 p.p.), época do agravamento da crise.

Cheque especial

Para o consumidor, os juros recuaram mais, de 50,1% para 48,8% ao ano, melhor resultado desde maio (47,4%). Para as empresas, os juros caíram de 28,9% para 28,8% ao ano (menor desde setembro).

Houve queda nos juros ao consumidor em praticamente todas as modalidades verificadas pelo BC. A taxa do crédito pessoal caiu de 50,8% para 48,8% ao ano. No cheque especial, caiu 169,1% ao ano para 166,3% no mês passado. Na aquisição de veículos, no entanto, a taxa passou de 29,7% para 29,9% ao ano.

Comentários dos leitores
ernani sefton campos (164) 07/12/2009 20h12
ernani sefton campos (164) 07/12/2009 20h12
Seria interessante a Receita divulgar os valores recolhidos em Novembro/09;devem ter estourado a boca do balão = isenções perdões de divida, parcelamento, etc...
Estou curioso para saber.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (81) 05/12/2009 10h10
Olmir Antonio de Oliveira (81) 05/12/2009 10h10
A respeito de agências de classificação de riscos, a coisa esta como sempre foi, quando for para melhor é sempre, invariavelmente assim demorado, mas se for para pior é sempre no mesmo dia ou quanto muito no dia seguinte, moral estamos sempre refém, escravos, subordinados aos "grandes" aos donos so "sistema", eternos colonizados. O País tem potenciais claros, campos amplos para se desenvolver, inovar, criar conceitos, dar oportunidades ao trabalhador e aos empeendedores. Exemplifico, temos uma industria alcool quimica engatinhando (o mesmo poderia se fazer com a produção de oleos de palmeiras, da soja, do milho, de outros agricolas.....), para industrias quimicas de primeira geração ou segunda geração, o leque de produtos possiveis é amplos, plásticos, tecidos, quimicos diversos..... 2 opiniões
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sergio barbosa (233) 04/12/2009 22h36
sergio barbosa (233) 04/12/2009 22h36
Mentira mentira
Tá GRAFADO nos registros do MINISTÉRIO DA SAÚDE:
""" O Minstro da Saúde, JAMAIL HADAD, no exercício de suas atribuíções FAZ PUBLICAR A REGUÇLAMENTAÇÃO, concernentes a FABRICAÇÃO, DISTRITUILÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DOS medicamentos ALTERNATIVOS, sem nome fantasia, denominados GENÉRICOS.....""
LEMBRANDO:
Esse ""cara"" o PAI DOS GENÉRICOS, médico, formado pela UNIVERSIDADE DO BRASIL, ATUAL UFRJ, do PARTIDO PSB
NO governo ITAMAR, FOI QUEM FEZ A COISA
Hoje tem plagiador DESCARADO MENTINDO NA TV,
em programa enganação......
É, conseguem ludibriar a 10%.........
3 opiniões
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