Bradesco amplia financiamento de automóveis para 80 meses
da Folha Online
O Bradesco informou nesta quarta-feira a ampliação do prazo máximo do financiamento de veículos novos. O novo teto passa de 60 para 80 meses. O banco também anunciou a redução da taxa de juros.
De acordo com o Bradesco, a taxa mínima cai de 1,52% para 1,20% ao mês. O novo prazo é válido para as modalidades de CDC e leasing.
Em março, segundo a Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), o financiamento de automóveis teve prazo médio de 40 meses, sendo o prazo máximo de 60 meses.
No primeiro trimestre de 2009, o Bradesco somava em sua carteira 2,7 milhões de veículos financiados, nas linhas de CDC, Leasing e Finame, com saldo de R$ 41,1 bilhões. O banco afirmou que as medidas têm por objetivo disponibilizar a clientes e não clientes condições especiais de financiamento, viabilizando o acesso ao consumo de veículos novos, fomentando a produção industrial.
Também neste mês, o Itaú-Unibanco informou a retomada do financiamento de 72 meses para compra de automóveis.
Segundo o banco, a carteira de financiamento de veículos fechou o primeiro trimestre deste ano em R$ 52 bilhões.
Ainda de acordo com o Itaú-Unibanco o saldo total da carteira de crédito somou R$ 272,7 bilhões no primeiro trimestre deste ano, aumento de 0,3% em relação a 31 de dezembro de 2008. As operações com clientes pessoa física cresceram 1,4% no período, impulsionadas pelo aumento de 4,2% do saldo das operações de crédito pessoal e pelo acréscimo de 1,9% no volume de financiamentos de veículos. A carteira de crédito imobiliário cresceu 5,8% no período.
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"Dane-se" o meio ambiente, "eu quero é ter meu carro". Ninguém admite, mas esse parece ser o argumento dissimulado de quem não tem tempo para a questão ambiental. Há e os empregos e os e salários dos operários dessas fábricas? Pois é! "Problema dos sindicatos"! É assim que esperamos ser a próxima potência mundial, sendo cada vez mais egoístas, individualistas e sem consiência ambiental. Que o diga o governador do Rio de Janeiro, não quer nem pensar em dividir os royalties de petróleo com o resto do país. É por isso que os traficantes reinam e dominam tudo por lá, já que o dinheiro desses royalties ,nunca chegam nas populações pobres, vítimas do tráfico e das milícias.
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Pontualmente existe setores que sentem dificulades.....Exemplifico o pleito do setor moveleiro que reivindica redução de ipi por 6 meses, acredito na legitimidade da reivindicação. Mas para este caso deveria focar o incentivo ao uso mais intensivo de componentes advindos de reflorestamentos.
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