Chrysler vai pedir que juiz aprove venda de ativos a nova companhia
da Efe, em Washington
A fabricante de automóveis Chrysler solicitará hoje a um juiz do Tribunal de Falências de Nova York que permita a venda de ativos da companhia a uma nova empresa que se fundirá com a italiana Fiat, informou a imprensa americana.
A audiência é chave para o futuro do terceiro maior fabricante de automóveis americano, que pediu concordata em 30 de abril.
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O plano de venda dos ativos "bons" da Chrysler à nova companhia conta com a aprovação do Governo americano, mas tem a rejeição de alguns credores do fabricante.
Os credores, vários fundos de investimento de Indiana, solicitaram ao juiz Arthur González, que supervisiona as operações da Chrysler desde que esta pediu concordata, que rejeite os pedidos da empresa, por entender que violam os direitos dos investidores.
Os advogados da Chrysler solicitaram a González que acelere os procedimentos para garantir a viabilidade da nova companhia automobilística que surgirá após a reestruturação.
A Chrysler suspendeu suas operações de produção em 1º de maio, mas disse que conta com veículos suficientes em estoque para satisfazer a demanda durante várias semanas.
A fabricante teve que se declarar em quebra quando um pequeno grupo de investidores, liderados pelos fundos de pensões de Indiana, rejeitou a oferta da empresa de cancelar US$ 6,9 bilhões de dívida assegurada em troca de US$ 2 bilhões em dinheiro.
GM
Outra empresa em dificuldades, a "[General Motors]": confirmou nesta quarta-feira que não conseguiu convencer um número suficiente de credores a aceitar trocar a dívida da empresa por novas ações, o que aliviaria a pressão financeira sobre a montadora.
Com isso, a GM dá mais um passo para pedir proteção da Justiça dentro do "Capítulo 11" da Lei de Falências americana --o equivalente à concordata (ou recuperação judicial, no Brasil). Se isso ocorrer, será a maior concordata de uma empresa industrial na história americana.
Segundo a companhia, "a quantidade principal de títulos oferecidos foi substancialmente inferior à requerida pela GM para satisfazer a redução da dívida exigida em seu acordo de empréstimo com o Departamento do Tesouro" americano.
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Especial



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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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