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Dinheiro
28/05/2009 - 16h00

CMN aumenta direcionamento da poupança rural e libera R$ 2 bi para safra

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EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília

O CMN (Conselho Monetário Nacional) aumentou de 60% para 68% o limite mínimo de direcionamento da poupança rural para operações de crédito rural.

Isso vai significar, no mínimo, mais R$ 2 bilhões para o crédito ao produtor para a safra 2009/2010.

Esse dinheiro virá da redução no limite de aplicação para aquisição de CPRs (Cédulas do Produtor Rural) --de 40% para 32%-- negociadas pelo setor agroindustrial, que também inclui comercialização, beneficiamento ou industrialização de produtos agropecuários ou insumos.

O CMN detectou que esse direcionamento de 40% estava excessivo e que havia necessidade de mais recursos para os produtores rurais e menos para o agronegócio.

Desses 68%, mais da metade dos recursos são emprestados com taxa de 6,75% ao ano, com juros equalizados pelo Tesouro Nacional. Outros 30% vão para o programa de agricultura familiar e o restante é negociado a taxas livres.

Compensação

Segundo o CMN, para que essa decisão não prejudique as instituições financeiras que operam recursos da poupança rural foi modificada a regra da exigibilidade adicional criada em setembro do ano passado para a safra 2008/2009.

Essas instituições poderão aplicar um fator de ponderação de 3,2 sobre o valor correspondente ao saldo médio diário verificado no mês de junho de 2009, relativamente às operações de crédito rural contratadas no período de 1º de julho de 2008 a 30 de junho de 2009.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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