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Dinheiro
29/05/2009 - 08h41

Confiança da indústria cresce pelo quinto mês seguido em maio

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da Folha Online

O ICI (Índice de Confiança da Indústria) cresceu 6% em maio, ao passar de 84,5 para 89,6 pontos (dados com ajuste sazonal). Trata-se do quinto mês consecutivo de alta, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

"O avanço do índice pelo quinto mês consecutivo confirma a tendência de recuperação gradual do ritmo de atividade industrial após o forte declínio ocorrido ao final do ano passado. O ICI encontra-se agora, pela primeira vez em 2009, mais próximo de sua média histórica (99,1 pontos) do que do vale alcançado em dezembro de 2008 (74,7 pontos)", apontou a entidade em comunicado.

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O ISA (Índice da Situação Atual) avançou 7,6%, indo de 86,5 para 93,1 pontos, segundo a FGV. Já o IE (Índice de Expectativas) teve alta de 4,4% (de 82,5 para 86,1 pontos).

Entre abril e maio, aumentaram consideravelmente as avaliações em relação à demanda e ao ambiente geral dos negócios. O indicador do nível de demanda cresceu 13,1% (de 80,1 para 90,6 pontos), enquanto a de situação dos negócios subiu 12,2% (de 77,1 para 86,5 pontos).

A FGV ainda destacou a melhora da avaliação futura do setor industrial. Das 1.075 empresas consultadas na pesquisa, 25,9% preveem melhora da situação dos negócios nos próximos seis meses, e 27,1% esperam piora. No mês passado, esses percentuais haviam sido de 18,0% e 28,1%, respectivamente.

A coleta de dados para a pesquisa de maio foi realizada entre os dias 2 e 26 deste mês, informou a FGV. Em 2008, essas empresas responderam por 23,5% das exportações brasileiras, tiveram faturamento conjunto de R$ 540 bilhões e tinham 1,244 milhão de empregados.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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