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Dinheiro
29/05/2009 - 09h45

Banco da Itália prevê queda do PIB de cerca de 5% neste ano

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da Efe, em Roma
da France Presse

O Banco da Itália (banco central italiano) prevê uma queda do PIB (Produto Interno Bruto) do país ao redor de 5% para o ano de 2009, afirmou o presidente da instituição, Mario Draghi. O recuo representa uma queda superior à redução de 4,2% prevista pelo governo.

"Na Itália, a crise vai gerar, segundo as previsões mais recentes, uma queda do PIB por volta de 5% este ano, depois da queda de 1% em 2008. A redução da demanda externa provocou uma forte contração da produção industrial e dos investimentos", afirmou Draghi durante a assembleia anual do Banco da Itália.

Draghi disse também que os trabalhadores desempregados ou que estejam em uma situação de suspensão temporária de emprego, conhecida na Itália como "cassa integrazione", poderiam passar de 8,5% atual para 10%.

Por este motivo, o presidente do BC italiano disse que a primeira preocupação da política econômica é que aconteça uma deterioração posterior do mercado de trabalho.

Além disso, Draghi advertiu ainda sobre o avanço da dívida pública, que em 2009 crescerá acima de 4,5%, enquanto em 2010 seu crescimento será de 5%.

Por causa destes indicadores, o Banco da Itália considerou necessário "assegurar o re-equilibrio das contas públicas e levar a cabo as reformas que consintam ao sistema produtivo ser parte ativa na recuperação econômica mundial".

Sobre o sistema bancário italiano, Draghi disse que ele demonstrou que conta com a capacidade de "resistir inclusive aos cenários mais desfavoráveis", destacando ser necessário que estas entidades saibam avaliar que tipo de financiamento concedem às empresas e evitem "restrições excessivas na oferta de crédito".

Comentários dos leitores
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... sem opinião
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Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Cássio,
A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
sem opinião
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