Presidente da Fiat diz que acordo com Chrysler é prioridade
da France Presse, em Montreal
O presidente da montadora italiana Fiat, Sergio Marchionne, disse nesta sexta-feira que a conclusão da aliança com a Chrysler e a recuperação da empresa americana seguem como a principal meta do grupo.
"Nosso objetivo é finalizar a aliança entre a Fiat e a Chrysler, iniciada no fim de abril com a anuência da administração Obama", afirmou Marchionne.
"Precisamos que a empresa volte a decolar assim que deixar a proteção do Capítulo 11 [da lei americana de proteção à falência]. Este continua sendo nosso primeiro objetivo", disse durante uma conferência em Montreal.
A justiça americana deve se pronunciar nesta sexta-feira sobre um plano que prevê a venda dos ativos sadios do construtor automobilístico Chrysler a um consórcio estruturado em torno do italiano Fiat.
Sobre as informações de que a GM (General Motors) e o canadense Magna International concluíram um acordo preliminar para a venda da Opel (subsidiária da GM na Alemanha), o presidente da Fiat respondeu que, se for o caso, "a vida vai continuar". A Fiat tinha reconhecido o interesse na compra do grupo alemão.
Mas Marchionne também descartou qualquer possibilidade de seu grupo poder se aliar à Magna para retomar a Opel. Ele indicou, por outro lado, estar interessado na compra da sueca Saab, que pertence também à divisão europeia da GM.
A respeito da aliança com a Chrysler, o presidente da Fiat destacou que não seria uma integração propriamente dita.
"Não transformaremos a Chrysler em uma empresa automobilística italiana, não faremos nunca isso. Devemos manter esta organização verdadeiramente dentro das exigências de seu próprio mercado", continuou o presidente da Fiat.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
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O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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