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Dinheiro
29/05/2009 - 15h19

Presidente da Fiat diz que acordo com Chrysler é prioridade

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da France Presse, em Montreal

O presidente da montadora italiana Fiat, Sergio Marchionne, disse nesta sexta-feira que a conclusão da aliança com a Chrysler e a recuperação da empresa americana seguem como a principal meta do grupo.

"Nosso objetivo é finalizar a aliança entre a Fiat e a Chrysler, iniciada no fim de abril com a anuência da administração Obama", afirmou Marchionne.

"Precisamos que a empresa volte a decolar assim que deixar a proteção do Capítulo 11 [da lei americana de proteção à falência]. Este continua sendo nosso primeiro objetivo", disse durante uma conferência em Montreal.

A justiça americana deve se pronunciar nesta sexta-feira sobre um plano que prevê a venda dos ativos sadios do construtor automobilístico Chrysler a um consórcio estruturado em torno do italiano Fiat.

Sobre as informações de que a GM (General Motors) e o canadense Magna International concluíram um acordo preliminar para a venda da Opel (subsidiária da GM na Alemanha), o presidente da Fiat respondeu que, se for o caso, "a vida vai continuar". A Fiat tinha reconhecido o interesse na compra do grupo alemão.

Mas Marchionne também descartou qualquer possibilidade de seu grupo poder se aliar à Magna para retomar a Opel. Ele indicou, por outro lado, estar interessado na compra da sueca Saab, que pertence também à divisão europeia da GM.

A respeito da aliança com a Chrysler, o presidente da Fiat destacou que não seria uma integração propriamente dita.

"Não transformaremos a Chrysler em uma empresa automobilística italiana, não faremos nunca isso. Devemos manter esta organização verdadeiramente dentro das exigências de seu próprio mercado", continuou o presidente da Fiat.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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