Dinheiro
01/06/2009 - 17h59

Venda de automóveis indica recuperação e sobe em maio

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KAREN CAMACHO
Editora-assistente de Dinheiro da Folha Online

A venda de automóveis apresentou crescimento em maio em todas as comparações. Foi melhor que abril, que maio de 2008 e, no acumulado do ano, as montadoras também venderam mais em relação a 2008, segundo dados antecipados pela Folha Online. No resultado por marca, a Fiat liderou o mercado.

Foram vendidos 237.404 em automóveis e comerciais leves no mês de maio (sem contar caminhões, ônibus e motos), alta de 5,8% sobre abril deste ano (224.379, em números revisados) e de 3,26% sobre maio de 2008 (229.913).

No ano, já foram vendidos 1,103 milhão de automóveis e comerciais leves, resultado 0,79% superior ao registrado entre janeiro e maio do ano passado (1,095 milhão).

Ranking

A Fiat foi a montadora com maior participação de mercado em abril (25,5%), considerando apenas automóveis e comerciais leves, à frente da Volkswagen (23,4%), General Motors (20,2%), Ford (9,5%) e Honda (4,2%).

As medidas tomadas pelo governo --liberação de linha de crédito e redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado)-- tiveram efeito maior entre janeiro e março, mas o governo esticou os descontos até este mês.

Veja o número de automóveis vendidos mês a mês

Janeiro -- -- 189.454
Fevereiro -- 191.335
Março -- -- - 260.924
Abril -- -- -- - 224.379
Maio -- -- -- - 237.404

Modelos mais vendidos:
Automóvel -- -- -- -- -- -- / Comercial leve

1º Gol (Volks) 23.725 -- -- -- -- -- -- 1º Strada (Fiat) 7.674
2º Palio (Fiat) 16.612 -- -- -- -- -- -- -2º S10 (GM) 2.794
3º Uno (Fiat) 14.382 -- -- -- -- -- -- --3º Ecosport (Ford) 2.779
4º Fox/Cross Fox (Volks) 13.105 -- -- 4º Montana (GM) 2.506
5º Corsa Sedan (GM) 10.782 -- -- --5º Saveiro (Volks) 2.309
6º Celta (GM) 10.551 -- -- -- -- -- -- - 6º Hilux (Toyota) 2.289
7º Siena (Fiat) 9.595 -- -- -- -- -- -- --7º Tucson (Hyundai) 2.194
8º Voyage (Volks) 7.072 -- -- -- -- -- 8º Kombi (Volks) 2.168
9º Ka (Ford) 6.527 -- -- -- -- -- -- -- -9º L200 (Mitsubishi) 1.604
10º Prisma (GM) 5.592 -- -- -- -- -- -10º CRV (Honda) 1.393

Comentários dos leitores
Rodrigo Abate (3) 15/11/2009 11h10
Rodrigo Abate (3) 15/11/2009 11h10
PARTE 1 Para "joao martins." O beneficio de uma balança comercial positiva é de grande valia para uma nação, porém, trás algumas conseqüências indesejáveis e que pode desestruturar uma nação por completo se não for combatido. Para o Brasil esse acúmulo de moeda estrangeira no Banco Central causado pelo Superávit comercial pode nos beneficiar de algumas maneiras Não precisamos mais depender da vontade do FMI para nos emprestar dólares. Estamos mais preparados a movimentos cíclicos de retirada repentina de capital estrangeiro sem maiores problemas de desvalorização cambial Adquirimos mais confiança dos investidores externos para imobilizarem seu capital aqui no Brasil. Temos um balanço de pagamentos deficitário, mas em menor dimensão que o superávit comercial, podemos assim saldar novas retiradas com tranquilidade. Mas como tudo em economia tem seu lado positivo e negativo, (e é isso que define o posicionamento dos políticos no poder aos da oposição pois cada um foca o lado de acordo com o seu papel no governo...hauahauh) esse contínuo saldo positivo na balança comercial provoca uma força de valorização cambial constante e problemática que se não remediada pode trazer serias consequencias. Resultado disso: 1°- As importações ficam relativamente mais caras (não somos detentores de tecnologia para produzir a maioria das nossas maquinas, nem produzir componentes eletrônicos e por isso uma desvalorização implicaria no aumento dos custos de produção) e, sem opinião
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Rodrigo Abate (3) 15/11/2009 11h07
Rodrigo Abate (3) 15/11/2009 11h07
PARTE II
2° - O governo (banco central) tem que estar sempre comprando dólares do mercado para manter a taxa de cambio estabilizada. Essa operação provoca um aumento das reservas (que é, até certo ponto, positiva, mas isso já expliquei acima. Hoje as reservas brasileiras chegam a quase 300 bi de U$S) e esse aumento da oferta total de moeda brasileira aqui no pais por causa da compra de dolares, possibilita aumento inflacionário. Para combater esse aumento, o governo é obrigado e retirar essa moeda de circulação. E o faz aumentando a emissão de títulos, esses títulos pagam juros aos seus detentores e assim contribui para o aumento da DIVIDA INTERNA DO BRASIL.
Por isso, o comentário do problema do superávit comercial...
Abraçoes
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celso assis (63) 13/11/2009 22h19
celso assis (63) 13/11/2009 22h19
Puxa é dinheiro pra burro emprestado, hem!!!!
Falam que o indice de endividamento de 46% do PIB é baixo, pois em outros Paises este indice é bem mais alto. Ora creio que cada Pais tem suas particularidades como carga tributária, renda per capita, juros cobrados nos empréstimos, credibilidade da midia informativa, etc.
Só continuo achando que 1,4 trilhões de reais é dinheiro pra burro, ainda mais que aqui os devedores inadimplentes após renegoaciarem seus calotes, são novamente considerados adimplentes. Se uma pessoa não pagou na primeira vez, o que a levará a pagar apósa renegoaciação ?(só se ela ganhar na loteria, tiver um aumento salarial significativo, ou casar com conjuge rico)
Qdo até o presidente do Bco. Central, que é um dos poucos lúcidos neste governo, demonstra preocupação, imaginem o que pode vir por ai, lógico que a imprensa será a última a divulgar
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