Dinheiro
02/06/2009 - 00h01

Justiça autoriza entrega de mais US$ 15 bi para a GM

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da Efe
da Folha Online

Um juiz de falências pediu a liberação de mais US$ 15 bilhões em empréstimos à montadora GM (General Motors), a fim de ajudar a empresa a manter sua produção. A companhia recorreu nesta segunda-feira à concordata no Tribunal de Falências de Nova York, ficando, assim, sob proteção do "Capítulo 11" da Lei de Falências americana --o equivalente à concordata (ou recuperação judicial, no Brasil).

O valor é parte de um total de US$ 33,3 bilhões prometidos pelo governo dos Estados Unidos para a reestruturação da empresa. Segundo o juiz Robert Gerber, a GM poderá dispor dos US$ 15 bilhões nas próximas três semanas.

No total, a administração federal irá injetar na companhia US$ 50 bilhões, sendo que US$ 20 bilhões já foram liberados, e irá controlar 60% do capital da empresa. A empresa explicou que tem US$ 172,81 bilhões em dívidas e que os ativos somam US$ 82,29 bilhões.

No anúncio de uma série de normas de procedimento, o juiz disse que a liquidação da empresa ocorrerá em 30 de junho, que as objeções deverão ser apresentadas em 19 de junho e que as ofertas têm como limite de apresentação o dia 22 de junho.

A montadora será separada em duas: a "nova GM", que será responsável pela produção das quatro marcas mais lucrativas do grupo, e a velha empresa que acumulará as dívidas.

O presidente da GM, Fritz Henderson, disse nesta segunda-feira que a montadora deixará a concordata em "60 ou 90 dias". Em coletiva de imprensa, afirmou ainda que a quebra não "terá nenhum impacto" na Europa, América do Sul ou Ásia e que seguirão operando "sem interrupções".

O presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou que o plano de reestruturação da GM (General Motors) é "viável e realista" e dará à companhia a "oportunidade de renascer", ao mesmo tempo que manifestou otimismo sobre o futuro da Chrysler.

Comentários dos leitores
Guilherme Lemmi (225) 23/11/2009 14h48
Guilherme Lemmi (225) 23/11/2009 14h48
Sobre a reportagem "Livre mercado é melhor modelo econômico apesar da crise, dizem bilionários", interessante, a Folha deveria perguntar para o 1 bilhao de pessoas que passam fome no mundo, se eles concordam com essa opinião.
Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
sem opinião
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JOSE MOTTA (48) 23/11/2009 13h53
JOSE MOTTA (48) 23/11/2009 13h53
ISSO É PRIMEIRO MUNDO. POVO POLITIZADO,MAS PERIMERISSIMO MUINDO SÃO ALGUS PAISES EUROPEUS E CANADÁ. ESTAMOS LONGE DE CHEGAR LÁ. sem opinião
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Eduardo Giorgini (419) 23/11/2009 10h16
Eduardo Giorgini (419) 23/11/2009 10h16
Bom dia!
Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
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