Opel recebe primeira ajuda financeira do governo alemão
da Efe, em Frankfurt (Alemanha)
A montadora alemã Opel recebeu a primeira ajuda financeira estatal com o primeiro lance para um empréstimo no valor de 300 milhões de euros (US$ 423 milhões).
A Opel informou hoje que esta injeção financeira garante sua continuidade apesar do pedido de concordata da matriz, a americana General Motors.
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O ministro de Finanças alemão, Peer Steinbrück, anunciou o pagamento à montadora do primeiro lance do empréstimo-ponte --financiamento emergencial utilizado antes de uma outra transação-- do Estado, cujo valor total é de 1,5 bilhão de euros (US$ 2,115 bilhões), garantido pelo governo alemão e pelos Estados federados.
Em declarações à emissora pública de rádio "Deutschlandfunk", Steinbrück ressaltou que, ao contrário do que foi inicialmente previsto, o grupo austríaco-canadense Magna, o novo acionista majoritário da Opel, não será obrigado a participar desse financiamento para o resgate da montadora.
"Graças a um trabalho rápido e, levando em conta questões relacionadas com a concessão de ajudas estatais, fomos capazes de entregar hoje à Opel a primeira parte do empréstimo ponte aprovado pelo Estado", disse Steinbrück.
A Comissão Europeia --órgão executivo da UE (União Europeia)-- espera que o governo alemão envie um relatório nos próximos dias sobre a ajuda financeira concedida à Opel, mas destacou que, a princípio, a medida não requer autorização de Bruxelas.
O porta-voz de Concorrência da UE, Jonathan Todd, declarou em entrevista coletiva que houve contatos nas últimas horas entre Berlim e a Comissão.
"Não se trata de uma notificação formal", disse Todd, lembrando que Bruxelas já autorizou a Alemanha a iniciar um esquema de empréstimos a empresas que atravessem dificuldades resultantes da crise financeira --como é o caso da Opel.
A Magna e seus sócios russos Gaz e Sberbank devem adquirir 55% da Opel, enquanto a General Motors manterá outros 35%. Os 10% restantes ficariam nas mãos dos funcionários, segundo o que foi acordado no final de semana passado com o governo alemão.
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Em São Paulo, capital, 5% do PIB é da administração pública, o resto é privado, ou seja, 95% de gente ralando de verdade.
Conclusão: Isso é um dado interessante de quem realmente trabalha nesse país e sustenta toda a embromação de , por exemplo, Brasília.
Brasil é isso: Todos ralando para sustentar Brasília que vive de 100% de dinheiro público.
[]s
Eduardo.
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