Após concordata, GM chega a acordo preliminar para venda da marca Hummer
da Efe, em Washington
com Folha Online
A montadora americana GM (General Motors) informou, nesta terça-feira, que chegou a um princípio de acordo para a venda de sua marca Hummer, de veículos 4X4, um dia depois de pedir concordata, ou seja, proteção do "Capítulo 11" da Lei de Falências americana --o equivalente à recuperação judicial, no Brasil.
A GM não identificou nem o preço nem o comprador potencial, mas acrescentou que a transação salvará cerca de 3 mil postos de trabalho nos Estados Unidos.
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| Kevin Lamarque/Reuters |
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| Empregado em concessionária da Hummer, que deve ser vendida pela General Motors |
O Hummer é a versão comercial do veículo militar Humvee. O acordo estipula que o comprador realizará um investimento significativo para financiar o futuro dos produtos Hummer, segundo a GM.
Além disso, a fábrica da GM em Shreveport, em Louisiana (EUA), continuará contratando a montagem dos modelos H3 e H3T, pelo menos durante 2010.
A General Motors declarou ontem a maior quebra industrial da história dos Estados Unidos, ao obter a permissão do Tribunal de Falências em Manhattan (Nova York) para vender seus ativos, após acumular uma dívida de US$ 172,8 bilhões.
O principal interessado nos ativos da GM é o Departamento do Tesouro dos EUA, que dará à empresa, fundada há 100 anos, bilhões de dólares para se transformar em seu principal acionista.
A General Motors passará por uma grande reestruturação e, em um prazo de 60 a 90 dias, emergirá nos Estados Unidos como uma nova companhia sustentada em suas marcas Cadillac, Chevrolet, Buick e GM.
No total, a administração federal irá injetar na companhia US$ 50 bilhões, sendo que US$ 20 bilhões já foram liberados, e irá controlar 60% do capital da empresa. Já o governo canadense concederá um empréstimo de US$ 9,5 bilhões em troca de 12,5% de participação acionária. O sindicato UAW (United Auto Workers) terá 17,5% dos títulos.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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