Dinheiro
03/06/2009 - 16h34

GM pede confiança a clientes e diz que sairá da crise mais forte

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da Efe, em Washington
da Folha Online

A GM (General Motors), que na segunda-feira se declarou em concordata, reiterou hoje seu compromisso com os clientes e assegurou que sairá da crise mais eficiente e fortalecida.

"Neste momento crítico de nossa história, não podemos nos dar ao luxo de perder seu negócio, ou sua confiança. Vocês têm nossa palavra", afirmou a empresa em um anúncio de página inteira publicado hoje no diário "The Washington Post".

"A General Motors poderá ser diferente no futuro, mas estamos aqui para ficarmos (...). Ao fazer mudanças fundamentais, a GM será mais eficiente, mais ecológica, mais rápida e mais forte", diz o anúncio.

"Não só estamos reconstruindo nossa companhia, mas a estamos reinventando", prossegue o texto, pensado para convencer a opinião pública sobre a sobrevivência a longo prazo da empresa.

A GM publicou o anúncio no mesmo dia em que seu presidente e principal executivo, Frederick Henderson, e seu colega da Chrysler, Jim Press, têm que ir a uma audiência da Comissão de Comércio do Senado para explicar o plano das montadoras para o fechamento de centenas de concessionárias no país.

No anúncio, Henderson assegura aos clientes que a empresa manterá a garantia de seus produtos e não haverá interrupção no fornecimento de peças.

Henderson disse também que a GM continua oferecendo aos consumidores "alguns dos melhores veículos, valores e taxas de financiamento disponíveis".

"Nos próximos dias, meses e anos, demonstraremos nosso valor, mediante uma maior transparência, melhor prestação de contas e, sobretudo, uma maior atenção aos senhores", afirma Henderson.

Concordata

A General Motors declarou concordata anteontem ao obter a permissão do Tribunal de Falências em Manhattan (Nova York) para vender seus ativos, após acumular uma dívida de US$ 172,8 bilhões.

O principal interessado nos ativos da GM é o Departamento do Tesouro dos EUA, que dará à empresa, fundada há 100 anos, bilhões de dólares para se transformar em seu principal acionista.

A General Motors passará por uma grande reestruturação e, em um prazo de 60 a 90 dias, emergirá nos Estados Unidos como uma nova companhia sustentada em suas marcas Cadillac, Chevrolet, Buick e GM.

No total, a administração federal irá injetar na companhia US$ 50 bilhões, sendo que US$ 20 bilhões já foram liberados, e irá controlar 60% do capital da empresa. Já o governo canadense concederá um empréstimo de US$ 9,5 bilhões em troca de 12,5% de participação acionária. O sindicato UAW (United Auto Workers) terá 17,5% dos títulos.

Comentários dos leitores
Marco Hundsdorfer (32) 24/11/2009 19h06
Marco Hundsdorfer (32) 24/11/2009 19h06
Aos moderadores da folha.
Porque minhas mensagens são bloqueadas?
Não utilizei nenhum termo de baixao escalão e minha ultima mensagem tem grande importância.
Não entendo.
Todo mundo "bate boca" e eu não posso postar um comentário sobde o INSS...
O que esta havendo?
sem opinião
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Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Gostaria de mudar um pouco o "foco" desta conversa para uma realidade que nos diz mais respeito.
O Foco é o INSS. O Assunto: Aposentadorias e Auxílio Doença.
Assisti ha alguns dias um debate sobre o fim do "fator previdenciário" que tramita no congresso. Como sempre argumentos politiqueiros contra e a favor, pois "no ponto chave" ninguém põe o dedo (Aposentadoria dos funcionários públicos).
O que me deixa desconsertado é que, onde vivo, (Ponta Grossa - Paraná), o INSS esta negando praticamente a todo mundo o auxílio doença (Até gente com mãos amputadas ou com câncer!). O INSS esta tirando a aposentadoria de pessoas idosas já aposentadas há anos!
Eu meu caso em particular, minha esposa sofre de uma doença reconhecida internacionalmente que se chama FIBROMIALGIA. A doença é reconhecida pela Sociedade Americana de Reumatologia e possui 5 níveis. Infelizmente minha esposa esta no 5º nível. Esta doença é tratável, porem ,no caso de minha esposa, com derivados sintéticos de morfina (Metadona).
O INSS dá a "entender" que a doença não existe, mesmo a mesma possuindo SID.
A pergunta é: É assim que o governo pretende economizar e fazer caixa? Em cima de quem vai receber pouco mais de 1 salário mínio para comprar remédios? Ou retirando aposentadorias de maneira ilegal?
Fica a pergunta para o governo.
Para os moderadores da folha: Por favor este é um assunto importante. As pessoas precisam saber que o que o INSS esta fazendo é ilegal e imoral.
sem opinião
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Guilherme Lemmi (226) 23/11/2009 14h48
Guilherme Lemmi (226) 23/11/2009 14h48
Sobre a reportagem "Livre mercado é melhor modelo econômico apesar da crise, dizem bilionários", interessante, a Folha deveria perguntar para o 1 bilhao de pessoas que passam fome no mundo, se eles concordam com essa opinião.
Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
28 opiniões
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