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Dinheiro
04/06/2009 - 10h35

Preço da cesta básica sobe em 15 de 17 capitais pesquisadas

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da Folha Online

Atualizado às 11h12.

O preço da cesta básica, que reúne produtos alimentícios essenciais, voltou a subir em maio. Pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) aponta que ela está mais cara em 15 das 17 capitais pesquisadas.

As maiores elevações foram registradas em Recife (8,57%), Natal (4,90%), Salvador (3,90%), Porto Alegre (3,67%) e Aracaju (3,08%). Na outra ponta, as duas quedas ocorreram no Rio de Janeiro (-0,71%) e Fortaleza (-0,51%).

Porto Alegre continua ser a capital com a cesta básica mais cara (R$ 243,43), seguida por São Paulo (R$ 227,36) e por Vitória (R$ 225,45%). Já Aracaju, apesar da alta de 3,08%, ainda tem a cesta mais barata (R$ 168,80), seguida por Fortaleza (R$185,33) e João Pessoa (R$ 189).

Com base na cesta básica mais cara e considerando a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese calcula qual deveria ser o sal'rio mínimo ideal.

Assim, em maio, o valor do mínimo necessário seria de R$ 2.045,06, ou seja, 4,40 vezes o piso atual (R$ 465). Em abril, o salário mínimo do país deveria ser de R$ 1.972,64 (4,24 vezes o mínimo vigente).

Produtos

O arroz e o feijão, ingredientes tradicionais dos pratos dos brasileiros, ficaram mais baratos em 16 das capitais. A maior queda ocorreu em Vitória, onde o preço caiu 13,45%, enquanto em Aracaju a queda de preço foi de 12,70%.

No acumulado do ano, o preço feijão apresentou forte retração, como em Fortaleza (-50,22%), Belém (-48,83%), São Paulo (-48,66%) e Aracaju (-47,00%). A menor queda ocorreu em Brasília (-13,40%). Já o preço do arroz subiu apenas em Porto Alegre (1,08%), caindo 5,26% em Florianópolis e 4,76% em Salvador.

A carne, por sua vez, subiu em 11 cidades em maio. Destaque para as altas registras em Vitória (5,41%), Recife (4,27%) e Florianópolis (3,36%).

No período de um ano, em 14 regiões houve aumentos significativos no preço da carne. João Pessoa (21,36%), Goiânia (16,90%), Recife (15,69%) e Rio de Janeiro (15,04%) apresentaram os maiores preços. As duas reduções de preços foram observadas em Aracaju (-2,37%) e Florianópolis (-1,30%).

Já o preço do leite aumentou em 13 cidades, como em Porto Alegre (18,90%), Vitória (14,42%), Belo Horizonte (12,77%), Curitiba (11,33%) e Rio de Janeiro (10,47%). As reduções ocorreram em três capitais: Fortaleza (-2,83%), Natal (-2,20%) e Aracaju (-0,63%).

Comparado a maio do ano passado, o preço do leite aumentou em 15 cidades --a única cidade com queda foi Brasília (-12,31%). As altas foram observadas em Recife (48,05%), Vitória (47,76%) e Porto Alegre (32,78%).

Comentários dos leitores
celso assis (83) 10/12/2009 08h29
celso assis (83) 10/12/2009 08h29
Alguma coisa está errada, pois o indice indica diminuição dos alugueis, e na pratica eles estão subindo.
Depois os proprietarios reclamam qdo propões-se aumento no IPTU. Ora se os preços dos imóveis subiram é lógico que o Imposto tb suba, pois ele é uma porcentagem sobre o valor venal ou não.
sem opinião
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José Alberto (230) 04/12/2009 11h03
José Alberto (230) 04/12/2009 11h03
Com certeza essa inflação mentirosa do governo lulala não coloca em seus calculos o que pagamos em comida, gasolina, aluguel, algumas mordomias que são obrigações do governo nos dar como saude digna,desenvolvimento, e o recuso dessa classe que nos rouba a de politicos e juizes que não lhe são cobrados IR e quando pagam são irrisórios ou pela metade, e os rombos feitos pelo bndes em nossa economia, o governo declara ajuda a bancos no IR e será que coloca isso como divida ativa, duvido, e se colocar o povo é que paga, e por que será que muitos orgãos não pagam IR, ex: sindicatos, igrejas, pac com obras super faturadas, bolsa miseria,mst, ongs principalmente as estrangeiras, então se somar tudo isso com certeza nossa inflação beira ai os 50% ano e lulala e sua equipe quer nos convencer que ´só 5%, então por que o banco central com o manteiga junto não baixa os juros do copom para 5% tb, e por que será que bancos brasileiros mantem um taxa de juros a mais alta do mundo pois não adianta nos comparar com paises mais podres do que o nosso e sim cuidar do nosso o que os governantes não fazem e nos mantem na miseria ..... 1 opinião
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Alziro Ribeiro da Silva (54) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (54) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. 2 opiniões
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