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Dinheiro
04/06/2009 - 14h57

Motoboys terão financiamento de R$ 100 mi até 2010

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MARCELA CAMPOS
colaboração para a Folha Online, em Brasília

O "Diário Oficial da União" publicou ontem a resolução do Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) com os detalhes da linha de crédito aberta para que motoboys possam financiar motocicletas.

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A resolução detalha como será distribuído o crédito de R$ 100 milhões anunciado na semana passada pelo Ministério do Trabalho. A resolução estabelece o prazo de 30 de junho de 2010 para contratação dos empréstimos.

Os motoboys poderão contratar por uma vez até 2010 um financiamento com prazo de 48 meses (com até seis meses de carência) e valor de, no máximo, R$ 8,5 mil. O seguro inicial da motocicleta também poderá ser financiado.

Condições

O veículo deve ser zero quilômetro, ter até 150 cilindradas e possuir itens de segurança regulamentados pelo Contran (Código Nacional de Trânsito) --freio a disco, pisca-alerta, protetor de pernas, antena cortapipas, baú com faixa reflexiva, sistema antifurto, colete e capacete.

O crédito será liberado aos motoboys autorizados pelo poder público a trabalhar com transporte de mercadorias e documentos, tais como os autônomos inscritos no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ou trabalhadores com vínculo empregatício, afirmou o presidente do Codefat, Luiz Fernando Emediato.

A previsão do Ministério é de que os R$ 100 milhões atendam cerca de 5% do total de motoboys registrados no Brasil. A alocação de recursos do FAT para a linha de crédito será mediante depósito especial remunerado na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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