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Dinheiro
05/06/2009 - 15h19

Ações dos EUA para ajudar economia "começam a fazer diferença", diz Biden

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da Folha Online

O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta sexta-feira que, apesar de não estar satisfeito com os números do mercado de trabalho americano referentes a maio --perda de 345 mil empregos e taxa de desemprego em 9,4%--, há sinais de que as ações do governo para "colocar a economia de volta nos trilhos estão começando a fazer alguma diferença".

O corte de empregos no mês passado ficou muito abaixo do esperado --perda de 530 mil vagas-- e também abaixo dos cortes feitos em abril --504 mil. A perda em maio foi a menor desde setembro do ano passado, mas a taxa de desemprego foi a maior desde agosto de 1983, quando chegou a 9,5%.

"Não espero que isso satisfaça ninguém. Eu não estou satisfeito. O presidente [Barack Obama] não está satisfeito (...) E, particularmente, isso não satisfaz ninguém que esteja tentando seguir adiante", disse Biden.

"Nossa meta não é uma taxa menor de perdas de emprego. Não é assim que vamos medir o sucesso. Não ficaremos satisfeitos até podermos criar empregos em ritmo mensal, oferecer aos americanos empregos estáveis e garantir que todos que queiram trilhar o caminho rumo à classe média tenham uma chance", afirmou.

O vice-presidente lembrou que o pacote do governo Obama já ajudou a dar novo impulso à atividade econômica e à criação de empregos em todos os Estados do país. Ele destacou os US$ 11 bilhões para construção de estradas, que já foram disponibilizados para 3.600 projetos no país todo e a perda de 59 mil empregos no setor de construção, abaixo da média de 125 mil vagas no setor perdidas por mês entre janeiro e abril deste ano.

"Isso é um sinal encorajador, mas quero deixar claro, certamente vão ocorrer mais retrocessos antes de finalmente alcançarmos a recuperação. Ainda que muito progresso tenha sido feito, ainda temos um longo caminho a percorrer", disse.

"Continuo confiante em que o país vai emergir dessa recessão, e o fará mais forte e mais sábio que antes. Vamos adotar medidas para corrigir os excessos que derrubaram a economia a fim de garantir que os benefícios do crescimento sejam partilhados com as famílias trabalhadoras."

Biden disse que os números do mercado de trabalho são "duros", mas são "muito mais que números". "Por trás de cada um desses empregos perdidos está uma família, um indivíduo, uma comunidade que está tentando atravessar a mais profunda recessão em uma década."

Comentários dos leitores
Cassio XF (33) 01/12/2009 19h54
Cassio XF (33) 01/12/2009 19h54
Nao eh o Ouro que que estah aumentando, sao as moedas que estao se desvalorizando. O ouro sempre tem valor estavel se comparado aos outros comodities. Por exemplo, a mesma quantidade de ouro compra o mesmo volume de petrole hoje e ou ha 30 anos atras.
Ele tem que ser usado de base para medir o poder de compra e quanto os governos estao inflacionando o mercado imprimindo dinheiro como querem.
O deficit publico mundial eh vergonhoso. Se imprime dinheiro para paga-lo e quem acaba pagando mesmo a conta eh o trabalhador via inflacao, ou desvalorizacao de seu dinheiro, principlamente no Brasil onde se ha somente uma moeda - pura ditadura economica.
3 opiniões
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joão nascimento (232) 01/12/2009 18h21
joão nascimento (232) 01/12/2009 18h21
epero que o dem puna o seu governador e não varra a sujeira para baixo do tapete como pt
SO O FATO DA OPSIÇÃO PUNIR O GOVERNADOR SO AI VAI GANHAR VOTOS E MUITTOS VOTOS POIS O BRASILEIRO EM SUA MAIORIA E HONESTO SE REALMENTE O DEDO DURO DO DURVAL TENHA RAZÃO E SO DAQUI DOIS MESES PEDIR O SIGILO BANCARIO DELE E DA FAMILIA VAI TER UM DEDINHO CORTADO NESTA SUJEIRA E SO ESPARAR PARA VER
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celso assis (76) 01/12/2009 12h32
celso assis (76) 01/12/2009 12h32
Seria talvez interessante saber não só a porecntagem em relação ao PIB, mas tambem qual a porcentagem em relação PIB dos empréstimos que foi para o consumo e qual a que foi para a produção (excuindo-se aqui dados do BNDES).
A renda per capita da população seria importante no estudo da dívida?
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