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Dinheiro
05/06/2009 - 19h21

Bolsas de NY fecham sem direção após dados sobre emprego

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da Efe, Nova York

As Bolsas de Nova York fecharam sem direção definida nesta sexta-feira, após uma sessão muito variável, em que os investidores avaliavam dados do emprego nos Estados Unidos que em alguns aspectos foram mais favoráveis do que o previsto.

O índice Dow Jones Industrial da Bolsa de Valores de Nova York fechou hoje em alta de 0,15%, para 8.763,13, enquanto o mercado Nasdaq apresentou leve baixa de 0,03%, até 1.849,42, e o seletivo S&P 500, queda de 0,25%, somando 940,09.

Estes indicadores não conseguiram manter durante o pregão a força com que começaram o dia, o que frustrou a tentativa de fechar a semana do Dow Jones acima dos números da semana passada.

No entanto, o principal índice das bolsas nova-iorquinas fechou em alta em quatro das cinco sessões realizadas e acumulou alta de 3,09% na semana. No mesmo período, o Nasdaq subiu 4,23%, e o S&P, 2,27%.

Os investidores reagiram com satisfação aos dados do Departamento de Trabalho americano, os quais refletiram uma perda de empregos em maio sensivelmente menor à registrada em semanas anteriores, embora a taxa de desemprego tenha subido mais do que o esperado.

A economia americana perdeu 345 mil empregos no mês passado, o menor corte mensal desde setembro, frente aos cerca de 500 mil previstos por analistas.

No entanto, a taxa de desemprego subiu 0,5 ponto percentual em relação ao mês anterior e chegou a 9,4% em maio, a cota mais alta desde agosto de 1983.

Apesar de tudo, a bolsa conseguiu manter hoje a moderada tendência de alta iniciada em meados de março.

As ações da Boeing, com alta de 4,11%, lideraram as altas do Dow Jones hoje, seguidas dos papéis da Hewlett-Packard (3,49%).

Os títulos da Dupont, que caíram 5,96%, foram os que registraram a maior queda entre as empresas que compõem o Dow Jones.

As ações da petrolífera Chevron perderam 0,6% e as da Exxon Mobil fecharam em um nível similar ao de quinta-feira, em uma jornada volátil no mercado petroleiro.

O preço do barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou em US$ 68,44, US$ 0,37 a menos do que no pregão de ontem.

As ações da Apple tiveram alta de 0,65%, fechando em US$ 144,67, após o "The Wall Street Journal" publicar que seu executivo-chefe e fundador, Steve Jobs, está pronto para voltar às atividades após uma licença médica que começou em janeiro.

Os papéis da Ford fecharam a US$ 6,36, o mesmo preço do dia anterior.

Comentários dos leitores
Manoel Ferreira Jr (21) 30/11/2009 15h29
Manoel Ferreira Jr (21) 30/11/2009 15h29
É verdade, Henrique Silva. O Brasil melhorou consideravelmente seu status internacional, alguns de seus históricos sociais. Parabéns ao Governo Lula! O problema é fechar os olhos para os equívocos... Tem uma turminha aí que não larga o osso seja qual for o governo, seja qual for sua matiz. A democracia e o amadurecimento de suas instituções não podem prescindir da crítica.
Que o próximo, seja qual for, seja melhor ainda!!!!
sem opinião
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Henrique Silva (192) 29/11/2009 15h51
Henrique Silva (192) 29/11/2009 15h51
O grande problema de muitos brasileiros é ter o COMPLEXO DE VIRA-LATA. Estas pessoas complexadas não aceitam o fato de que o Brasil é hoje a nona potência econômica mundial e que em dez anos seremos a quinta, segundo previsões econômicas nacionais e internacionais. Não aceitam que o Brasil é um país democrático, que estamos crescendo de forma sustentável, que estamos variando nossa matriz energética, que o atual governo é melhor que o anterior, que internacionalmente estamos infinitamente mais respeitados que há 7 anos, que o IDH está aumentando, que a desigualdade social caiu, que o poder de compra melhorou, que a dívida pública caiu, que o desemprego caiu, que os salários estão sendo reajustados acima da inflação, que 32 milhões de pessoas saíram da pobreza.
RESUMINDO: O COMPLEXO DE VIRA-LATA NÃO DEIXA A PESSOA VER QUE O BRASIL MELHOROU.
2 opiniões
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Henrique Silva (192) 28/11/2009 00h46
Henrique Silva (192) 28/11/2009 00h46
FHC: foi um diplomata pacífico, mas fazia viagens internacionais para fazer visitas oficiais sem aumento de laços econômicos nem melhorou a imagem do país
LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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