PIB no primeiro trimestre "certamente será negativo", diz Mantega
da Folha Online
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reafirmou nesta segunda-feira que o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro trimestre deste ano será negativo. Apesar disso, ele disse que não faria uma previsão numérica.
"Certamente será negativo, mas estaremos olhando pelo retrovisor porque a economia já está dando sinais de recuperação", afirmou o ministro em seminário sobre a crise realizado em São Paulo.
Ele destacou que os números não estarão contabilizando ainda os efeitos positivos que já começam a ser sentidos a partir de iniciativas como o programa habitacional e a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) no setor automobilístico e nos produtos da chamada linha branca (geladeiras, fogões, máquinas de lavar, tanquinhos).
Para este ano, Mantega reafirmou a expectativa de que a economia brasileira cresça 1%. "Este ano trabalhamos com 1%, mas isso é mais uma meta que uma projeção. É um desafio", disse. Questionado se isso não seria um sonho, o ministro respondeu que no Ministério da Fazenda "não dá tempo para sonhar".
Para 2010, Mantega reafirmou esperar um crescimento de 4% da economia. Mais tarde, em entrevista a jornalistas, o ministro disse que já no segundo trimestre será possível ver alguma recuperação. Segundo ele, porém, o crescimento ainda será "fraquinho".
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga o PIB do período janeiro-março de 2009 nesta terça-feira. A previsão do mercado é de uma retração de 1,5%, o que seria o segundo trimestre seguido de queda e, tecnicamente, a entrada do Brasil em recessão.
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LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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FHC: privatizou as mais importantes estatais a preços questionáveis e viu o lucro destas empresas sair dos cofres da união para sustentar o crescimento econômico de companhias internacionais. Não privatizou a PETROBRÁS por sofrer forte pressão e protestos da sociedade, mas vendeu 2/3 das ações da empresa.
LULA: encerrou a farra das privatizações, valorizou em mais de 1000% a grande maioria das estatais e estas hoje são importantíssimas como promotoras do crescimento, suprimento de crédito nacional e geração de emprego (com mão de obra especializada).
FHC:Manteve durante todo seu governo juros altos (chegando a 48%) e entregou o governo com 25% da SELIC e fez com que o Brasil assumisse a liderança isolada dos juros NO MUNDO.
LULA: reduziu gradualmente os juros (que hoje é de 8,75%), o país deixou a liderança dos juros e hoje ocupa o quinta posição (com tendência de queda em médio e longo prazo).
(CONTINUA)
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FHC: Atrelou o real com o dólar durante metade de seu governo, o que fez com que o país se endividasse irresponsavelmente. Isto para poder importar produto barato manter a inflação baixa, mas muitas empresas nacionais quebrarem e o desemprego dobrar em apenas 4 anos. Em 1999 (após as eleições) aderiu ao câmbio flutuante e endividou ainda mais a dívida do país (que estava em dólar). Ao ser socorrido pelo FMI perdeu a autoridade de seu governo e a política econômica passou a ser comandada pelo Fundo Monetário Internacional.
LULA: Não tentou pirotecnia, como atrelamento de câmbio, estimulou as exportações (que mais que triplicou em seu governo), protegeu empresas nacionais com crédito, transformou a dívida em dólar em dívida em real, reduziu a dívida deixada por FHC de 67% do PIB para 42% do PIB (e com previsão de queda ainda maior para os próximos anos).
FHC: o país parou de investir em infra-estrutura para poupar dinheiro para pagar a dívida externa que ele mesmo explodiu em seu desgoverno.
LULA: colocou o país novamente como promotor do crescimento e realiza obras para combater os gargalos em infra-estrutura que se acumularam durante 20 anos.
FHC: sua política provocou crescimento do desemprego, que saiu da casa dos 6% para 13%. Sua política de arrocho salarial provocou o esfriamento econômico por falta de consumo e aumento das desigualdades sociais.
(CONTINUA)
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