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Dinheiro
08/06/2009 - 14h09

Venda de automóveis novos na Rússia cai 58% em maio

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da France Presse, em Moscou
da Folha Online

As vendas de automóveis novos na Rússia caíram 58% em ritmo anual em maio e 47% nos cinco primeiros meses do ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo números divulgados nesta segunda-feira pela AEB (Associação Europeia de Negócios, na sigla em inglês), que reúne a maioria dos grandes grupos estrangeiros presentes no país.

As vendas de maio chegaram a 119.376 automóveis e veículos utilitários leves. As vendas nos cinco primeiros meses de 2009 alcançaram 645.162 unidades, indicou a associação em um comunicado.

"Neste momento, as medidas de apoio do governo não conseguiram acabar com a queda nas vendas e inverter a tendência. Acreditamos que o montante de fundos destinados ao programa deveria aumentar", declarou Martin Jahn, subdiretor do comitê de montadoras da AEB.

Antes da crise econômica, a Rússia era considerada o melhor mercado da Europa, e as montadoras estrangeiras o disputavam há alguns anos. Apesar dos reveses sofridos desde o ano passado, alguns fabricantes se mostram otimistas, como a japonesa Nissan, que inaugurou na semana passada sua primeira fábrica na Rússia.

Crescimento

Na semana passada, a ministra de Desenvolvimento Econômico da Rússia, Elvira Nabiulina, afirmou que a recuperação da economia do país começará 'não antes do fim deste ano ou o começo do próximo', em entrevista ao jornal econômico "Vedomosti".

O Ministério de Desenvolvimento Econômico, que inicialmente tinha calculado para este ano uma queda do PIB de 2%, corrigiu suas previsões e previu que em 2009 a economia caíra entre 6% e 8%.

A economia da Rússia, muito dependente das exportações de combustíveis, se contraiu 10,5% em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou o vice-ministro da Economia russo, Andrei Klepach, citado por agências de notícias do país.

Segundo Klepach, o Ministério da Economia ainda prevê que em 2009 o PIB da Rússia sofrerá uma contração de 6% a 8%. Entre outros dados sombrios, o ministro informou que o superávit comercial da Rússia em abril foi a metade do obtido em abril de 2008, caindo de US$ 14,8 bilhões para US$ 7,5 bilhões.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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