China reduz impostos de mais de 600 produtos para ajudar exportações
da France Presse, em Pequim
da Folha Online
A China anunciou nesta segunda-feira ter reduzido os impostos sobre mais de 600 produtos para exportação, para ajudar suas empresas, duramente afetadas pela crise econômica mundial, a se recuperar.
Desde o dia 1º deste mês, produtos como sapatos, brinquedos e móveis ganharão isenções fiscais entre 5% e 17%, anunciou o Ministério das Finanças em um comunicado.
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Alguns, como máquinas de costura e aparelhos de ar condicionado, foram contemplados com a redução máxima, de 17%. Outros, como brinquedos, móveis e sucos, tiveram redução de 15%, segundo o texto, que não informa quais eram as taxas originais.
O sistema permitirá às empresas recuperar uma parte ou a totalidade do imposto cobrado sobre valor agregado, que pode chegar a 17% na China.
No último dia 27, o governo chinês adotou novas medidas de apoio ao setor exportador; em reunião presidida pelo primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, o governo fixou para 2009 uma meta de US$ 84 bilhões de garantias em créditos para as exportações e de US$ 10 bilhões para créditos à exportação, indicou o canal de televisão oficial CCTV.
Desde o início do ano, o governo chinês adotou uma série de medidas para ajudar seu setor exportador, em especial cortando as taxas.
Segundo dados oficiais, as exportações chinesas caíram 22,6% em abril em relação ao mesmo mês do ano passado, contra 17,1% em março.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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