Justiça dos Estados Unidos suspende venda da Chrysler para a Fiat
da France Presse, em Washington
da Folha Online
A Suprema Corte dos Estados Unidos congelou até segunda ordem a venda da Chrysler para a italiana Fiat. A decisão, assim, atende a recurso apresentado no domingo por fundos de pensão credores da montadora americana.
Desta forma, fica suspensa temporariamente a transferência dos principais ativos da fabricante americana para a Fiat.
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A juíza Ruth Bader Ginsburg assinou uma ordem postergando o fechamento do acordo --apoiado pelos governos americano e canadense--, que permitiria à Chrysler escapar da falência como uma nova empresa.
A decisão permitirá aos membros da Corte decidir se é necessário organizar uma audiência sobre os aspectos legais do processo. Entretanto, a Chrysler e porta-vozes da administração federal alertaram que este adiamento pode comprometer o acordo.
O pedido para que a Suprema Corte suspendesse o processo ocorreu depois que, na última sexta-feira, o Tribunal Federal de Apelação de Nova York aprovou a autorização judicial concedida à Chrysler para que o grupo automobilístico, que pediu concordata em 30 de abril, venda a maior parte de seus ativos a um grupo liderado pela italiana Fiat.
Pedido
A apelação de emergência perante a Suprema Corte para bloquear o processo partiu de três fundos de pensão do Estado de Indiana. Eles são contrários à venda da Chrysler para o grupo italiano, e possuem cerca de US$ 42 milhões dos US$ 6,9 bilhões em dívida segurada da Chrysler.
Esses três fundos alegam que a venda prejudica injustamente os acionistas titulares de títulos segurados (respaldados com ativos da empresa), a favor dos que têm ações não seguradas.
Além disso, consideram inconstitucional que, sem a autorização prévia do Congresso, a Chrysler tenha recebido US$ 8 bilhões do TARP (Programa de Alívio de Ativos Problemáticos, na sigla em inglês) iniciado pelo governo americano.
Se a venda não for fechada até 15 de junho, a Fiat tem direito de suspender a operação, da qual também está pendente toda a produção da Chrysler, congelada até que se conheça o resultado.
Com agências internacionais.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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