Publicidade
Publicidade
Político russo veta uso da expressão "crise financeira"
Publicidade
da France Presse
O governador da região de Noginsk (50 km ao leste de Moscou), Vladimir Laptev, proibiu seus funcionários de usar a expressão "crise financeira", sob a ameaça de demissão, informou o jornal "Kommersant".
Laptev assinou um decreto que veta aos funcionários da cidade o uso da expressão nos discursos públicos.
"Aqui criamos todas as condições para um trabalho normal. No entanto, há aqueles que demitem seus funcionários e reduzem o ritmo", declarou Laptev ao Kommersant. "Sob o rótulo de crise financiera, há aqueles que se negam a cumprir com suas obrigações".
"A crise está na cabeça das pessoas, não na economia", concluiu Laptev.
Na semana passada, em entrevista publicada pelo jornal econômico "Vedomosti", a ministra de Desenvolvimento Econômico da Rússia, Elvira Nabiúlina, afirmou que a recuperação da economia do país começará "não antes do fim deste ano ou o começo do próximo".
"Atualmente as estatísticas não são positivas: no primeiro trimestre a queda [do Produto Interno Bruto] foi de 9,5%, e entre janeiro e abril de 9,8 %", admitiu.
O Ministério de Desenvolvimento Econômico, que inicialmente tinha calculado para este ano uma queda do PIB de 2%, corrigiu suas previsões e previu que em 2009 a economia caíra entre 6% e 8%.
A economia da Rússia, muito dependente das exportações de combustíveis, se contraiu 10,5% em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou o vice-ministro da Economia russo, Andrei Klepach, citado por agências de notícias do país.
Segundo Klepach, o Ministério da Economia ainda prevê que em 2009 o PIB da Rússia sofrerá uma contração de 6% a 8%. Entre outros dados sombrios, o ministro informou que o superávit comercial da Rússia em abril foi a metade do obtido em abril de 2008, caindo de US$ 14,8 bilhões para US$ 7,5 bilhões.
Leia mais notícias sobre a crise econômica global
- PIB cai 0,8% no 1º trimestre e confirma recessão; queda é de 1,8% em um ano
- Crise continuará atingir a América Latina em 2010, avalia organização
- França registra queda no déficit comercial em abril
Outras notícias sobre economia em Dinheiro
- Rodada Doha deve ser concluída em 2010, diz OMC
- Países da zona do euro se comprometem a reduzir déficit em 2010
Especial
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Dólar fecha abaixo de R$ 2 pela primeira vez em 2 semanas; Bovespa sobe
- Inadimplência de carros volta a crescer e bate recorde em abril
- Importados invadem varejo de vestuário
- Montadoras fazem feirão com descontos
- Cúpula Rio+20 deve restringir operação no aeroporto do Galeão
+ Comentadas
- Taxa de juros ao consumidor cai para 40,1% ao ano, diz BC
- Aviso prévio maior vale apenas para o empregado, diz governo
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.






Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV
O Brasil nao teve problemas porque os bancos nao precisaram correr risco nenhum tiveram lucro usando dinheiro do governo com alto juros aprovado pelo governo, mas como os custos em geral estao crescendo muito impulsionado por propagandas suspeitas, quem pode quebrar no Brasil e a classe media pois nao terao $$ para pagar o alto custo dos servicos de crecdito brasileiro.
Portanto olho vivo nao se deixem individar por propagandas enganosas...a coisa pode quebrar, temos que ter o pe no cha.
avalie fechar
avalie fechar
avalie fechar