Dinheiro
09/06/2009 - 15h55

Caixa anuncia redução de juros e conta com queda da Selic

Publicidade

da Folha Online

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira que, a partir da próxima segunda (15), 18 linhas de crédito comercial terão redução nos juros. É a sexta vez no ano que o banco diminuiu suas tarifas, mas desta vez o banco antecipou a possível redução da taxa Selic pelo Banco Central, que divulga suas decisão amanhã.

Foram alteradas taxas de oito linhas voltadas para pessoa física e de dez modalidades de financiamento para pessoa jurídica.

Para pessoa física, o banco reduziu os juros na linha de créditos conveniados INSS, que passou de 0,88% ao mês, para 0,85% ao mês, uma queda de 3,4%. O banco também diminuiu as taxas do penhor (de 2,10% para 2,08% ao mês) e para financiamento de veículos, que terá juros a partir de 1,19% ao mês

A linha de turismo terá juro máximo de 3,3% ao mês, contra 3,8% praticados atualmente. No caso do crédito pessoal, a taxa máxima cairá de 4,31% para 4,26% ao mês. A taxa mínima do cheque especial passou de 1,27% para 1,20% ao mês.

Para a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, o banco vem se mantendo com as menores taxas de juros do mercado. "Nossa atuação aponta claramente que estamos cumprindo nossa missão de banco público, ampliando a oferta de crédito e reduzindo os juros com sustentabilidade", afirmou.

"Analisando o comportamento das curvas de juros futuras, a Caixa resolveu reduzir as taxas de vários produtos", afirmou o vice-presidente de Finanças da Caixa, Márcio Percival. Ainda segundo ele, as novas taxas irão contribuir para a expansão do crédito e do consumo.

Pessoa jurídica

A Caixa também reduziu as taxas de juros para a pessoa jurídica. Na modalidade cheque empresa Caixa, a taxa com convênio folha de pagamento ficará em 5,09% ao mês, ante 5,13% anteriormente. No GiroCaixa, a redução da taxa máxima chega a 16,42% para o segmento de micro e pequenas empresas.

Comentários dos leitores
celso assis (71) 28/11/2009 15h24
celso assis (71) 28/11/2009 15h24
PERGUNTAR NÃO OFENDE: O DUBAI É HOJE O QUE OS EUA FORAM ONTEM E O QUE O BRASIL SERÁ AMANHÃ?
É O QUE DA O CRESCIMENTO BASEADO EM FINANCIAMENTOS AO CONSUMO (AINDA PARA A PRODUÇÃO DÁ PARA ENTENDER)
sem opinião
avalie fechar
Olmir Antonio de Oliveira (63) 28/11/2009 15h16
Olmir Antonio de Oliveira (63) 28/11/2009 15h16
Boa iniciativa para ativar o comércio, pena que muitos itens de eletroeletrônicos e até outros bens duraveis, "automoveis, motos"possuem um custo alto para o consumidor brasileiro, que tem poder aquisitivo pequeno, por diversas razões, salários cheios de custos e encargos (cheio de vales, e o trabalhador cada vez mais dependentes deles.....), impostos de toda ordem e sorte, e quem nem sempre são bem aplicados no bem comum, muitos casos servindo de benefício e até "farra" de politicos, e indo até a má utilização e projetos não bem elaborados e ou de real útlidade. Os produtores também sofrem penalizações diversas, altas taxas juros, e ou pouco crédito, impostos em números de dezenas, burocracia, infraextrutura que precisa ser melhorada, estradas construidas com recursos de impostos e agora pedagiadas, não se vê unidades destas construidas especialmente para tal fim, como alternativa e não com fim unico. è de se considerar que ainda existem empresarios de boa fé e ou por oportunismo ainda penalizam o consumidor brasileiro, praticando preços vultosos. No atual cenário é muito valido que o frabricante sugira um preço final para o consumidor (exemplifico os sugeridos por determindos fabricantes de bebidas, águas e ou até de renomados fabricantes de eletrônicos), (a exemplo do revendedor de bebida, que posui margem que supera os valores de fabrico e lógistica....e só desprender de recursos após o repasse ao consumidor)........ sem opinião
avalie fechar
Henrique Silva (187) 28/11/2009 00h52
Henrique Silva (187) 28/11/2009 00h52
FHC: foi um diplomata pacífico, mas fazia viagens internacionais para fazer visitas oficiais sem aumento de laços econômicos nem melhorou a imagem do país
LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
1 opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2403)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca