Caixa anuncia redução de juros e conta com queda da Selic
da Folha Online
A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira que, a partir da próxima segunda (15), 18 linhas de crédito comercial terão redução nos juros. É a sexta vez no ano que o banco diminuiu suas tarifas, mas desta vez o banco antecipou a possível redução da taxa Selic pelo Banco Central, que divulga suas decisão amanhã.
Foram alteradas taxas de oito linhas voltadas para pessoa física e de dez modalidades de financiamento para pessoa jurídica.
Para pessoa física, o banco reduziu os juros na linha de créditos conveniados INSS, que passou de 0,88% ao mês, para 0,85% ao mês, uma queda de 3,4%. O banco também diminuiu as taxas do penhor (de 2,10% para 2,08% ao mês) e para financiamento de veículos, que terá juros a partir de 1,19% ao mês
A linha de turismo terá juro máximo de 3,3% ao mês, contra 3,8% praticados atualmente. No caso do crédito pessoal, a taxa máxima cairá de 4,31% para 4,26% ao mês. A taxa mínima do cheque especial passou de 1,27% para 1,20% ao mês.
Para a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, o banco vem se mantendo com as menores taxas de juros do mercado. "Nossa atuação aponta claramente que estamos cumprindo nossa missão de banco público, ampliando a oferta de crédito e reduzindo os juros com sustentabilidade", afirmou.
"Analisando o comportamento das curvas de juros futuras, a Caixa resolveu reduzir as taxas de vários produtos", afirmou o vice-presidente de Finanças da Caixa, Márcio Percival. Ainda segundo ele, as novas taxas irão contribuir para a expansão do crédito e do consumo.
Pessoa jurídica
A Caixa também reduziu as taxas de juros para a pessoa jurídica. Na modalidade cheque empresa Caixa, a taxa com convênio folha de pagamento ficará em 5,09% ao mês, ante 5,13% anteriormente. No GiroCaixa, a redução da taxa máxima chega a 16,42% para o segmento de micro e pequenas empresas.
Leia mais notícias sobre redução de juros
- Mercado espera PIB e novos juros brasileiros
- Crédito habitacional dobra e Caixa reduz juros para até 8,2%
- Bradesco amplia para 30 anos prazo de financiamento de imóveis e reduz juros
Outras notícias sobre economia em Dinheiro
- EUA autorizam dez bancos a devolver US$ 68 bi de ajudas ao governo
- Banco britânico vai demitir 1.660 funcionários
- Vendas de veículos na China crescem 34% em maio
Especial
- Leia a cobertura completa da crise financeira global
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
livraria


É O QUE DA O CRESCIMENTO BASEADO EM FINANCIAMENTOS AO CONSUMO (AINDA PARA A PRODUÇÃO DÁ PARA ENTENDER)
avalie fechar
avalie fechar
LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
avalie fechar