Chrysler deve fechar venda para montadora Fiat nesta quarta-feira
da Folha Online
da Reuters, em Nova York
A montadora americana Chrysler deve fechar sua venda para a italiana Fiat nesta quarta-feira, concretizando um acordo que vai permitir a sobrevivência da marca americana após seu pedido de concordata, em abril.
A parceria chegou a ser colocada sob dúvida depois que a Suprema Corte americana acatou um recurso apresentado por credores da Chrysler e congelou sua venda. Nesta terça-feira, a Justiça autorizou a venda, eliminando o último obstáculo à reestruturação da montadora.
Para que o acordo seja fechado, é necessária a transferência de US$ 2 bilhões do governo dos Estados Unidos para credores da Chrysler. O prazo para a transferência se encerrou ontem, antes da decisão da Suprema Corte, segundo uma fonte envolvida com as negociações.
Os credores, que possuem cerca de US$ 42 milhões dos US$ 6,9 bilhões em dívida segurada da Chrysler, são contrários à venda da montadora. O grupo alega que a venda prejudica injustamente os acionistas titulares de títulos segurados (respaldados com ativos da empresa), a favor dos que têm ações não seguradas.
Além disso, consideram inconstitucional que, sem a autorização prévia do Congresso, a Chrysler tenha recebido US$ 8 bilhões do Tarp (Programa de Alívio de Ativos Problemáticos, na sigla em inglês) iniciado pelo governo americano.
A italiana corre para concretizar a negociação, iniciada em dezembro do ano passado, quando a Chrysler começou a buscar empréstimos do governo para manter sua produção enquanto dava cabo à seu processo de reestruturação. A empresa pediu concordata em 30 de abril.
Pelo projeto de reestruturação aprovado após a concordata, a Chrysler deve ser divida em duas: a "nova" Chrysler ficará nas mãos de um consórcio --35% do grupo italiano Fiat, 55% aos fundos administrados pelo sindicato do automóvel UAW (United Auto Workers) e 10% pelos governos americano e canadense-- e a "velha" Chrysler manterá as dívidas.
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Especial


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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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