Fiat finaliza acordo para compra da Chrysler
da Folha Online
Atualizado às 12h06.
A montadora italiana Fiat finalizou nesta quarta-feira o acordo para comprar a americana Chrysler, concretizando um acordo que vai permitir a sobrevivência da marca americana após seu pedido de concordata, em abril.
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A parceria chegou a ser colocada sob dúvida depois que a Suprema Corte dos Estados Unidos acatou um recurso apresentado por credores da Chrysler e congelou sua venda. Nesta terça-feira, porém, a Justiça autorizou a venda, eliminando o último obstáculo à reestruturação da montadora.
| Mike Segar/Reuters |
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| Italiana Fiat finalizou nesta quarta-feira o acordo para comprar a americana Chrysler |
Segundo comunicado divulgado em sua página na internet, a Fiat informou ter assinado com a Chrysler um acordo para estabelecer uma "aliança estratégica global", que envolve a contribuição da Fiat com a rival americana em diversas plataformas, tecnologias, modelos e gestão de serviços, além da aquisição de uma participação acionária na Chrysler.
Pelo projeto de reestruturação aprovado após a concordata, a Chrysler deve ser divida em duas: a "nova" Chrysler ficará nas mãos de um consórcio e a "velha" Chrysler manterá as dívidas. A Fiat ficará inicialmente com 20% de participação na Chrysler --parcela que pode chegar a 35% se certas metas forem atingidas pela empresa.
A Fiat poderá ainda assumir outros 16% até 2016 se os empréstimos feitos pelo governo à Chrysler forem todos pagos, chegando assim a uma participação de 51% --a parcela da Fiat na Chrysler não poderá exceder 49% até que todo o débito da montadora americana com o governo seja quitado. Os fundos administrados pelo sindicato do automóvel UAW (United Auto Workers) e 10% pelos governos americano e canadense ficaram com 55%.
"A transação representa uma solução importante e construtiva para os problemas que afetaram não só a Chrysler nos últimos anos, mas a indústria automotiva no mundo todo", disse o executivo-chefe da Fiat, Sergio Marchionne --que também vai comandar a Chrysler. O executivo-chefe da companhia americana, Robert Nardelli, já disse que deixará a empresa assim que a venda for completada.
"Unir a tecnologia de ponta da Fiat, suas plataformas e linhas de produção de carros pequenos e médios, e sua extensa rede de distribuição na América Latina e na Europa, com a rica herança da Chrysler, sua forte presença na América do Norte e sua força de trabalho talentosa e dedicada vai criar uma poderosa companhia automobilística, ao mesmo tempo em que ajuda a preservar empregos", afirmou.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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