Dinheiro
10/06/2009 - 11h53

Inadimplência dos consumidores desacelera em maio, diz Serasa

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da Folha Online

A taxa média de inadimplência dos consumidores apresentou desaceleração em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado e também no acumulado do ano, informou a Serasa Experian.

Segundo a empresa de análise de crédito, a inadimplência em maio avançou 8,4% sobre o mês de 2008. Na comparação entre os meses de abril deste ano e do ano passado, o índice havia fechado em 8,9%.

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No acumulado do ano até maio sobre igual intervalo de 2008, a taxa média é de 10,3%, contra os 10,9% registrados na comparação entre os primeiros quadrimestres dos dois anos.

"As perdas de ritmo devem-se à recuperação econômica verificada neste segundo trimestre, com o aumento do consumo, da liquidez, do crédito e da melhor expectativa do consumidor em relação à economia e à sua própria situação", informaram os técnicos da Serasa em nota. "Para o segundo semestre, a perspectiva dos analistas é de uma inadimplência estabilizada ou em queda, vinculada ao desempenho da atividade econômica e, principalmente, do emprego."

Na comparação com abril de 2009, porém, a inadimplência apresentou avanço de 1,8%, depois de ter caído 9,5% entre março e abril. Para a Serasa, essa alta foi causada principalmente pelas compras do Dia das Mães e pelo menor número de dias úteis em abril.

Tipos de dívidas e valores médios

No acumulado do ano, as dívidas com bancos seguem liderando a representatividade no ranking de inadimplência. Elas respondem por 43,7% do indicador, seguido por dívidas com cartão de crédito e financeiras (36,9%), cheques devolvidos (17,5%) e títulos protestados (1,9%).

Por valor médio, o mais alto é o de dívidas com os bancos (R$ 1.344,04), seguido por títulos protestados (R$ 1.066,79), cheques devolvidos (R$ 855,83) e dívidas com cartões de crédito e financeiras (R$ 373,12).

Comentários dos leitores
celso assis (74) 29/11/2009 20h14
celso assis (74) 29/11/2009 20h14
QUE CONFUSÃO, TIRA DAQUI PÕE ALI, ETC E TAL. ORA PENSEI QUE ESTAVA TUDO OK, QUE A CRISE TINHA ACABADO, ETC E TAL.
COMO DIRIAM: O TEMPO SERÁ O SENHOR DA RAZÃO
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (68) 29/11/2009 15h53
Olmir Antonio de Oliveira (68) 29/11/2009 15h53
A respeito do direitos do consumidor. Muito boa reportagem. È de se lamentar que os direitos do consumidor não estão sendo deixados de lado, vale lembrar o dito pelo minístro, e previsões para inicio para todos os modelos de tv terem os conversores e ou serem esclusivos para o sistema digital. Dado os custos industriais, a capacidade de mobilização do setor, estão adotando um atalho, tem se a impressão de intensionalmente visando um prejuizo para o consumidor "para compra de adaptador ou compra de novo equipamento". De fato é com as as atuais tecnologias e sistemas produtivos, e levando em conta que no exterior, existe enorme ociosidade na capacidade de produção de equipamentos e ou de componentes. Mas o brasileiro tem que aceitar um produto que em pouco tempo não tera qualquer serventia se não fizer uma adptação, a famosa gambiarra. Deveriam dar mais qualidade e garantias aos produtos que vendem e inclusive quando comparados aos preços para o consumidor no exterior, aqui teriam que ter preços significativamente menores. Dado o volume de equipamentos anualmente comprados pelos brasileiros, um mercado de quase duzentos milhões de consumidores, e altamente carente de consumo, a muitos anos esperando por melhorias saláriais, mas até agora só percebeu pequeno percentual, ainda sobrevivente de vales, transporte...farmacia...alimentação, e salário valendo quase nada. É de se espera que diante de tal realidade do brasileiro, e no atual cenário econômico mundial, Venham produzir aqui sem opinião
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Henrique Silva (190) 29/11/2009 15h51
Henrique Silva (190) 29/11/2009 15h51
O grande problema de muitos brasileiros é ter o COMPLEXO DE VIRA-LATA. Estas pessoas complexadas não aceitam o fato de que o Brasil é hoje a nona potência econômica mundial e que em dez anos seremos a quinta, segundo previsões econômicas nacionais e internacionais. Não aceitam que o Brasil é um país democrático, que estamos crescendo de forma sustentável, que estamos variando nossa matriz energética, que o atual governo é melhor que o anterior, que internacionalmente estamos infinitamente mais respeitados que há 7 anos, que o IDH está aumentando, que a desigualdade social caiu, que o poder de compra melhorou, que a dívida pública caiu, que o desemprego caiu, que os salários estão sendo reajustados acima da inflação, que 32 milhões de pessoas saíram da pobreza.
RESUMINDO: O COMPLEXO DE VIRA-LATA NÃO DEIXA A PESSOA VER QUE O BRASIL MELHOROU.
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